Por JB da Silva

O emergir de uma Civilização

Um cidadão atento aos fatos, notará que não existe um mês ou semana que um escândalo importante envolvendo religiosos, políticos, militares, ricos empresários e representantes das elites que dominam as nações, não seja notícia de primeira página nos jornais do mundo inteiro. Isso, é o prenúncio do caos. Em deficite horizontino em todos os sentidos, mesmo assim, investem furiosamente nas guerras de conquista, no maquinário de guerra e num esforço sobre humano, tentam dominar a produção do petróleo, dos alimentos e até o uso das drogas, pois por incrível que pareça, esses três setores não estão sob seu domínio ou controle total. Na tentativa de implantar uma democracia no Planeta à moda deles, a Nova Ordem Mundial a ferro e fogo, investem furiosamente sobre as nações carentes com o aval das outras potências e das nações a elas atreladas pela dependência cultural e econômica.

Essa democracia planetária pretendida só beneficiará as elites do planeta pois cada vez mais elas se aglutinam em torno de um ideal comum; a Globalização que esmaga violentamente as pequenas economias e o cidadão comum, porém isso não está sendo aceito pelo menos em tese, nos países em desenvolvimento o que acarretará uma série de crises localizadas em futuro próximo. Diferenciadas das potências do passado, que tinham fortes embasamentos esotéricos religioso, filosóficos e herméticos para respalda – las; pois esses, eram agentes catalisadores das ações da elite e do povaréu na civilização na qual estavam inseridas, as atuais, apesar de seu poderio político e econômico não encontram o respaldo esperado nessas instituições devido ao fato de que elas também lutam para alcançar o poderio político, econômico e a longo prazo: o cultural e militar na nação, região ou continente onde atuam.

No passado seus interesses se restringiam ao interior de seus templos, igrejas e propriedades. É interessante frisar que todos os interesses de grande porte das potências deste mundo, quer seja petróleo ou armas, economia ou comercio e outros mais, tem acento assegurado e representantes nessas instituições através de seus membros de nível superior.

Os acordos e acertos que nelas se homologam, se levados ao conhecimento público, fariam corar de vergonha a própria Esfinge. Mediante isso, como entender este mundo? Tanto as grande potências como essas instituições estão se defrontando com um sério problema; a forte concorrência praticada por novas seitas, religiões e escolas esotéricas que levam milhares de crédulos para seus recintos. Elas, flores e frutos do sistema global vigente, também querem alcançar prestígio e o poder máximo. Essa multiplicidade de credos e filosofias que através de franquias se espalham por todo esse mundo, de esquina em esquina e de praça em praça, onde se apregoam a fé e a moral como se fossem mercadorias em prateleiras de liquidação, nos revela que; no dias atuais não existe nenhum credo puro que não seja deturpado, nem nenhuma filosofia estoica que não seja enxovalhada. Paralelo a esses fatos, novos concorrentes sorrateiramente se apresentam no cenário internacional; são as « convergências políticas cujos exemplos de maior contundência são a polonesa e a brasileira muito bem representadas pelas suas « bocas de ferro» Lech Walesa e Luiz Inácio da Silva, o Lula. Mais elas se diferenciam em muito nas suas ações, pois foram implantadas em culturas diferentes e. existe até uma acintosa antipatia entre os dois líderes.

Tanto a «convergência política « de lá como a de cá, chegaram ao poder vestidas com a roupagem da redenção social, usando a máscara de um patriotismo piegas e de um nacionalismo acanhado que muito usou chavões xenófobos contra o FMI e os trustes internacionais nas suas campanhas. Não analisando as ações da « convergência política» de lá, mais a de cá que é o que nos interessa, verificamos que a situação do povaréu em termos de penúria e carência, não se modificou. Usando a mídia a todo instante, seus líderes e mentores procuram demonstrar os avanços sociais, as macro exportações, o controle da inflação, o início de grandes obras e os grandes acordos e negócios efetuados no exterior e uma possível respeitabilidade alcançada pelo País no Concerto das Nações.

Tudo isso seria muito lindo e causa de ufanismo, se os lucros, os louros e a glória proporcionada por tais ações, fosse extensível a todo Povo Brasileiro. Mais isso não acontece, pois o que se sucede é que; cada vez mais os macro empreendimentos se fortalecem, os cofres nos bancos se abarrotam de reais, dólares e euros, as elites se enclausuram em seus condomínios cada vez mais sofisticados e o povaréu, apesar de sua miséria plena, é quem continua a pagar as contas e a carregar o País nas costas.

O progresso da nação não é sistemático, é sintomático ou apenas automático, fruto do labor cotidiano e em raras vezes da iniciativa governamental e o que se alardeia como iniciativa da convergência que está no poder ou das outras gestões políticas que administram estados e prefeituras, são atos que deveriam ter sido praticados à décadas e que não podem esperar mais soluções, com o risco de comprometer a estabilidade da Nação, como é o caso das estradas federais, das ferrovias, dos portos, da eletrificação das zonas rurais, da irrigação e abastecimento de água no nordeste, da reforma agrária e urbana, da assistência social sem contarmos a área de saúde e educação. E como a situação do povaréu não se modificou, apenas se vestiu de novas roupagens, urge que tenhamos dessa tal « convergência» e de seus líderes e das outras gestões políticas, uma definição do que possa ser o futuro do povaréu ou os passos que o País terá que dar e em que direção.

Como as causas internacionais causam seus efeitos e fortes dissabores aqui no Brasil, é de bom tom que se lembre especialmente a nossa classe média e ao povaréu esses fatos:
Nos reportando ao início do século XX, vamos encontrar a Europa em meio a catastrófica guerra, a 1a Guerra Mundial. A guerra ainda não tinha acabado e os comunistas liderados por Lenin e Trotsky. chegaram ao poder na Rússia, onde se implantou de maneira sólida o leninismo, o aspecto teórico e prático do marxismo. Entrementes, na Alemanha nascia o nazismo, cujos dogmas ou diretrizes foram sistematizados por Hitler em seu livro Mein Kampf e outras obras oficiais. A bem da verdade, Hitler foi educado por membros de uma seita altamente secreta, a Tule cujo histórico se confunde com as origens do próprio germanismo. Um de seus membros de escol foi um dos sete fundadores do partido nacional socialista. A Tule deu origem a Ordem Negra e a Ahnenerbe; instituições que formaram e educaram os oficiais da S.S. Note-se que; tanto a Alemanha como a Rússia se tornaram potências pujantes em curto espaço de tempo enquanto a maioria das nações da Europa aos percalços e quase falidas se valiam da implantação de ditaduras para coibir revoluções e rebeldias. Esse quadro durou até o início da 2a Guerra Mundial. Nos idos da 1a Guerra Mundial, norte americanos e europeus dominavam 84% da área terrestre mundial a nível de colônias negócios e lucros, sendo que quem detinha os maiores quinhões em mãos e concorriam entre si, eram a Inglaterra, :Estados Unidos e Alemanha. Terminada a 1 ª Guerra Mundial, tanto a Alemanha como a Rússia estavam em péssima situação econômica e enfrentando graves crises internas, assim como todos os países europeus e isso, nos permite questionar :onde os comunistas arranjaram dinheiro, armas e comida para sustentar 3 anos de revolução e sangrentas lutas? E onde os alemães arranjaram recursos para desenvolver suas pesquisas, a ponto de desenvolverem antes dos americanos os aviões a jato e darem os primeiros passos em direção a energia nuclear? Se a maioria dos países europeus eram ditaduras de direita e, antagônicas aos regimes russo e alemão, onde esses países arranjaram capital e foram comprar máquinas, equipamentos e ferramentas para remontar e modernizar seus parques industriais possibilitando-os a serem super potências em apenas duas décadas? Ao pesquisador atento um aviso: talvez a sua pesquisa o vá levar às portas dos bancos anglo americanos.

No eclodir da 2ª Guerra Mundial, o mundo tinha como potências, os Estados Unidos, a Inglaterra, a Rússia e a Alemanha no ocidente e no oriente o Japão. Essas potências, são exemplos de processos civilizatórios distintos, elas influenciaram e embasaram as nações em todos os níveis de conhecimento humano, desde o político ao cultural ou desde o filosófico ao religioso até os dias atuais.

Através de uma rápida análise, verificamos que o processo civilizatório que se implantou na Rússia só tinha o aporte filosófico e político do bolchevismo mais não tinha aporte religioso consistente nem tampouco esotérico ou hermético nem exprimia os valores da cultura russa em sua totalidade e foi realizado de fora para dentro e até se afere que as raízes do bolchevismo estão cravadas e bem fundo nas prédicas e costumes dos idos de Moisés, haja visto que os melhores exemplos concretos de uma sociedade comunista, não se encontra na Rússia ou na China, mais nos Kibutzs dos assentamentos judaicos na Palestina. Logo, na prática, a Rússia como estado ou berço de um processo civilizatório não teria muitos anos de vida.

A implantação do nazismo na Alemanha se processou de forma diferente: foi de dentro para fora em meio a efervescência política alemã e respaldado por um esquema político através de um partido, por um esquema hermético através de uma seita secreta, por um esquema esotérico através de duas instituições de cunho iniciático de fundamentos indo arianos e pela postura de um germanismo xenófobo aliado a uma doutrina política com credo e objetivos definidos. A partir dos seus fundamentos herméticos e esotéricos, se o nazismo sobrevivesse a 2ªGuerra Mundial, na certa teríamos uma nova religião ou um novo messias e mestre a esse mundo isto é; se os patrões de Hitler o G13 lhe permitisse tal façanha, pois Hitler era apenas um mero executor de uma empreitada de tal G13 e deslumbrado com o poder, ao tentar suplantar os patrões foi duramente castigado, tanto ele como a Alemanha. As possibilidades de uma civilização nazista se concretizar a nível global, assustou o mundo.

O processo civilizatório japonês, milenar, apesar de suas incursões de cunho militar no continente e na área do Oceano Pacífico, apenas contribuiu para a cultura ocidental mais nunca poderá ser visto como um processo que possa se instalar a nível quase total como o capitalismo. Apesar de terem fortes aportes filosóficos, esotéricos, herméticos, religiosos e culturais, falta ao Japão, a China, a Índia, a Coréia do Norte e ao mundo árabe aquela ciência ou método que dá aporte e suporte a todos os ramos de atividade do capitalismo, como veremos mais adiante.

O outro processo civilizatório, o Processo Civilizatório Ocidental administrado e fiscalizado pelos Estados Unidos com a descarada assessoria dos países que formam o G8, apesar de suas disputas internas, não surgiu especificamente nos dias atuais pois vamos encontrar suas raízes nos remotos idos do Império Sumério e. está implantado de uma forma ou outra em todos os países, pois nesse mundo, é ele quem e dita as normas e regras do viver e conviver da maior parte da humanidade.

O seu poder, força e sobrevida estão respaldados por fortes esquemas herméticos, esotéricos, filosóficos e religiosos oriundos de conhecimentos secretos do Evangelho e principalmente dos Métodos da Cabala no que toque ao cristianismo e ao judaísmo nos seus aspectos distintos; a igreja católica, as igrejas evangélicas em seus diferentes ritos, o judaísmo e o sionismo radical, assim como as seitas herméticas e esotéricas . Embora se encontre facções, lideranças e pensadores rebeldes nessas instituições, nelas; se fez, se faz e sempre se fará; os apologéticos discursos enaltecedores da civilização capitalista, suas formas de governo e seus pretensiosos regimes democráticos.

Os Métodos da Cabala, um somatório de conhecimentos Sumérios, Indoarios e Greco judaicos que chegaram as mãos dos judeus através dos caldeus e da Clã de Abraão, embasam a toda e qualquer atividade da sociedade global. E é de bom tom que se frise aqui: os raciocínios emitidos por este autor não indicam uma postura anti semita, demonstram sim, que o povo judeu também é esmagado ou subjugado e está sendo enganado desde o dia em que Abraão saiu de Ur para instalar uma nova Pátria para a Elite Suméria em fuga total frente aos seus vizinhos vingativos e conquistadores ou obedecendo a um incrível plano de submeter a ferro e fogo a toda a Humanidade. Na remota Suméria, vamos encontrar os primevos embasamentos do capitalismo, do comunismo, do socialismo, da democracia e da república. Veículos da opressão e coação autenticados pelo clero, eruditos e filósofos, tais doutrinas nasceram entre o Tigre e o Eufrates sob a égide e a benção de deuses infernais. Quanto ao nazismo, na fonte onde Hitler e seus magos foram saciar a sede de saber, não lhes avisaram ; os judeus ou os judo sumérios se refrescaram e se saciaram antes.

Terminada a 2ª Guerra Mundial, restou somente os Estados Unidos e Rússia como potências de escol, embora a China despertasse como uma super potência no oriente. Com formas de governo e ideologias antagônicas, os Estados Unidos e a Rússia praticamente dividiram o mundo em dois blocos políticos distintos, sendo que; para afastar-se da constante pressão exercida pelas duas superpotências nascidas da 2a Guerra Mundial, a China reservou para si uma identidade política ideológica para resguardar a sua autonomia. A disputa entre a :Rússia e os Estados Unidos se deu de todas as formas possíveis até os anos 90 do Século XX quando ela então se esfacelou como nação e como potência. Ouso dizer que a criação da ​_República Socialista Soviética foi uma criação muito bem raciocinada pelo Poder Negro e ela só existiu enquanto serviu aos interesses de tão satânico poder. A presumida rivalidade entre a Rússia e os Estados Unidos jamais encetaria um confronto entre ambas as potências, pelo simples fato de que eram e são faces ou verso e reverso de uma mesma moeda que pertence a um único dono o Poder Negro. A tão decantada Guerra Fria entre ambas as nações foi um artifício engendrado pelo Poder Negro para administrar as ações e reações das nações durante décadas.

A 2ª Guerra Mundial não causou danos a economia americana, muito pelo contrário, até acelerou seu parque industrial e abriu mais portas para sua expansão econômica, política e comercial ainda mais que; usando todas as formas diplomáticas, econômicas e políticas de pressão, acabou transformando a ONU e outros organismos internacionais em simples gabinetes ou escritórios de representação de seus interesses. Coincidência ou não a derrocada da Rússia se deu, em paralelo com a inegável submissão de todos os poderes internacionais aos critérios da política americana haja visto que;. para escapar a esse domínio e enfrentar as investidas comerciais de seus trustes, as nações europeias se organizaram numa espécie de confederação mercantil onde uma moeda comum serve de escudo e arma de defesa para todos.

Vemos então, que a partir da 1ª Guerra Mundial os poderes de decisão sobre tudo e sobre todos foram se afunilando e se condensando nas mão de um reduzido grupo de nações, onde os Estados Unidos quer queiram ou não a Humanidade, tem o voto de Minerva.

Desde os idos da independência dos Estados Unidos ou da quixotesca revolução francesa, que no teatro desse mundo, no seu palco, os Estados Unidos coadjuvado pelo grupo de nações antes mencionado, é o autor, o ator, o herói mais se recusa a admitir o papel de vilão e ainda alega ser o dono do teatro.

No momento presente, vemos um mundo salpicado de crises localizadas, tanto no ocidente como no oriente. Mais apesar das crises ou guerras, o sistema capitalista ou o seu processo civilizatório continua sendo o vector de todos os acontecimentos e decisões a nível global. Entretanto, as traças e os cupins estão corroendo as suas estruturas racionais, éticas e morais e consequentemente dissolvendo nele, o que se possa entender como família; o homem, a mulher e sua prole, a expressão micro cósmica da humanidade, de uma nação, de uma etnia ou de uma simples tribo. É nesse momento que o processo civilizatório ou a nação que o embasa entra em decadência mesmo que seu poderio econômico ou mercantil, político ou militar sejam consistentes.

Os Estados Unidos assim como as nações capitalistas aos seus desígnios submissas, desenvolveram pelos quatro cantos do mundo um verdadeiro festival de ações desagregadoras de nações, sociedades e etnias a partir do financiamento da carreira política de apátridas civis e militares. Na maioria dos casos a coisa deu certo conforme o planejado, mais em alguns casos o resultado não foi o esperado . Os exemplos mais contundentes são Fidel Castro, Kadhafi, Osama Bin Laden e Sadam Hussein.

Hitler poderia encabeçar esta lista porém ele é um caso especial ou ímpar pois foi preparado com muito cuidado pelo Poder Negro e em outro momento deste trabalho, brevemente, isto será demonstrado.

Note-se que; tanto Lech Walesa como Luiz Inácio da Silva o Lula, foram muito bem recebidos pelas alas mais radicais do pensamento capitalista entre beijos, abraços, muitos sorrisos e cutucadas nas costelas. Ao se tecer comentários sobre líderes atuantes no Século XX e ao analisar suas posturas peculiares, temos que convir que Hitler, Bush, Tony Blair, Lech Walesa e o nosso Presidente Lula, parece que estudaram na mesma escola e foram educados pelo mesmo professor. Consultando fotos, filmes e documentários, nota–se em tais senhores, quando em palanques ou reuniões restritas, uma postura mediúnica como se em transe estivessem e possuídos por um espírito atípico. Isso é denunciado pelo apoplético do discurso, dos gestos e do olhar, características do chefe de governo lacaio dos trustes e cartéis ou de tirano e déspota como foi o caso de Hitler. Apesar de não ter tido o mesmo acesso a educação e instrução, temos que admitir que o Presidente Lula é mais competente do que os outros no trato com as multidões, a nível político, diplomático e empresarial com outras nações e, nos dias atuais até tem demonstrado mais comedimento no uso da retórica e da dialética com as quais embevece a gregos e troianos em seus discursos. Essa sua nova postura que mais parece uma retirada estratégica, causa espécie e para nós brasileiros isso é preocupante, pois somado a isso, um fato novo veio alertar aos que estão atentos aos acontecimentos; no séquito presidencial brasileiro, que participou dos funerais do Papa, estavam muito bem representados o Islã, Israel e Roma mais a pessoa que representaria a cultura religiosa afro brasileira não conseguiu participar do séquito. Estranho, muito estranho…

O Islã, Roma e Israel estão muito bem representados no colegiado do Poder Negro, através de seus cartéis, trustes e interesses outros,. Quem não dirá se a mão trevosa do Poder Negro não esteja manipulando homens e acontecimentos pelos lados de cá? Só o futuro dirá.

Para dar um fecho aos raciocínios anteriores, é necessário analisar uma outra informação:
Numa outra escola, em outra sala de aula e sob a orientação de outro professor, se formaram outros alunos. Mahatma Ghandi, Nelson Mandela e Kennedy em além mar e aqui, no Novo Mundo ou Terceiro Mundo, Getulio Vargas, Juscelino e Salvador Allende. Por contrariarem os interesses do Processo Civilizatório Ocidental e o indecoro de seus regimes democráticos em defesa de suas etnias e nações, todos foram radicalmente eliminados com exceção de Nelson Mandela, resguardado politicamente para garantir a sobrevivência de milhões de cidadãos da raça branca e de olhos azuis na África do Sul. Tudo isso nos leva a crer que realmente existe um poder muito forte por trás dos gestores do processo Processo Civilizatório Ocidental , que não permite que a sociedade global participe a partir de suas respectivas nações e etnias e de uma forma independente, dos benefícios que um progresso total pode outorgar, pois isso ensejaria uma redistribuição de valores e benefícios a nível internacional, provocando um possível equilíbrio econômico e político o que retiraria das mãos de um reduzido número de nações, no caso o G8, o poder de decisões sobre tudo e sobre todos.

Relembro aos amigos leitores de ter afirmado que os Métodos da Cabala embasam a qualquer atividade do processo Processo Civilizatório Ocidental e na formação dos seus líderes quer sejam Mahatma Ghandi ou Bush ou Juscelino ou Tony Blair.

A manutenção de presumidos inimigos, instituições e partidos políticos para desestabilização dessa ou daquela nação é prática diária, especialmente nos países em fase de desenvolvimento. Em sendo assim ,quem nos garantirá se essa «convergência» que respalda o governo do Presidente Lula, está realmente ombreada com os mais altos interesses do Brasil e dos brasileiros? Tanto os líderes da convergência no poder como os das outras correntes partidárias, alegam que sim, mais os fatos, os acontecimentos e os resultados das ações dos gestores públicos nos demonstram alguma coisa aqui e ali em contrário. Muitos deles não seriam os tais inimigos presumidos e muitas instituições, a maioria delas denominadas Ongs, vestidas de verde e amarelo, useiras e vezeiras de chavões ambientalistas, nacionalistas e de outros procedimentos reivindicadores, não estão mesmo é a serviço do « democrático processo Processo Civilizatório Ocidental ? Até que se prove o contrário, pelo andar da carruagem e por precaução, duvido até dos Movimentos dos Sem Terra ou Teto e dos tais partidos políticos que se ufanam de serem as trincheiras do social democrático ou do trabalhismo.

Duvidar é preciso e há de se questionar de forma imperativa e contundente. em função da resguarda do futuro do Brasil e dos brasileiros, a tudo e a todos.

Mediante a tudo que foi explanado, no momento presente, no ocidente ou no oriente, nenhum foco ou processo Processo Civilizatório pode se confrontar com o processo Processo Civilizatório Ocidental atual e suas metas de Globalização. O máximo que podem fazer para não serem absorvidos, é lutarem para resguardar a sua identidade cultural e político–ideológica assegurando a sua autonomia e o seu futuro como nação seguindo o exemplo da China, Russia ou do Japão.

Ao se abster da égide do FMI, o Brasil deu um passo importante , porém isso não significa a sua independência sócio econômica ou política. pois continuará sendo vigiado de perto por essa instituição. E mesmo que empreenda acordos, tratos, parcerias, convênios e tratados comerciais com outros Processos Civilizatórios em prol do bem comum, isso se dará no cotidiano enquanto não ferir os interesse do processo Processo Civilizatório Ocidental globalizado encimado pelos Estados Unidos pois no cerne do G8, os procedimentos ou ações de retaliações já foram discutidos e acertados e a execução é extensível a toda e qualquer nação por orientação e determinação da Oligárquica Nobreza Negra, o G13.

Em que pese na balança do futuro de toda a humanidade esses fatos, tem o Brasil excelentes cartas para cobrir apostas no jogo dos interesses políticos e econômicos, que o permitem avançar, mesmo a passos lentos e cambaleantes, na direção de uma estabilidade futura. Vastas extensões agricultáveis, fauna e flora pujantes, recursos hidro petrolíferos e minerais de monta, além de; possuir avançada tecnologia na área da agro pecuária e atividades petrolíferas e afins. Porém, falta a seu povo o real discernimento disso, porquê as nossas elites, assim como as nuances de nossa classe média e o povaréu ainda se espelham no comportamento e na cultura subliminar, oriunda do processo civilizatório do primeiro mundo e não reconhece o seu próprio país como uma potência em todos os ramos do conhecimento humano e, isso leva o barco do Brasil a navegar na direção em que os ventos da Globalização determinarem. Urge que nossas lideranças, nossas elites, nossa classe média e todo o povo se conscientizem que somos uma Nação em que um Processo Civilizatório em marcha provoca e testa a nossa capacidade de administrá –lo no dia a dia, ao fomentar e fermentar em cada canto e em cada esquina, desde o sertão até a cidade, situações inequívocas que evidenciam sua presença. Se faz necessário que todo cidadão ou cidadã entenda, que temos uma linguagem própria e um idioma que nos é mais do que peculiar e está a atestar a nossa Identidade Pátria e a nossa raça aos Céus e a toda a Terra. A nossa visão do mundo, dos fatos e das coisas é diferenciada e isso sugere aos outros seres humanos; uma postura filosófica única, abrangente, universalista e não xenófoba.

Isso, significa cultura própria vivenciada, e cultura própria vivenciada significa PROCESSO CIVILIZATÓRIO em marcha!

****