A Ciência Oaieme – Coaching e Mentoring – Curso – O Desenvolvimento.

Aula XXIII– Os Protocolos do 4° Poder – IX

JB da Silva

Não discriminar as pessoas na prostituição mais não contribuir nem respaldar a existência da mesma.

****

A maioria de líderes, heróis e outras pessoas especiais são oriundos em sua maioria, das partições da Classe Média, em alguns casos da Elite Piramidal e em raros casos do Povo Comum.

Não importando aqui sua origem, se pelo menos leu as Aulas anteriores, o que fica evidenciado neste ponto, é de que agora você queira ou não, está diante da realidade de seu Mundo Particular, dos incontáveis Mundos que o cerca, outras pessoas, de um Mundo Externo onde estão inseridos e de um Mundo diferenciado, intangível e ainda incognoscível para todos, o Todo Cósmico.

O que há de se considerar, é de que as pessoas em sua maioria, formam Mundos distintos e específicos e um deles, é o da prostituição.

Muitas são as causas que levam o ser humano a se prostituir. Ignorância, carências, miséria, ânsia por bens materiais e econômicos, vícios e mazelas outras que levam jovens e adultos a procurarem solução para seus problemas de carência no seio da prostituição.

Inegavelmente, ao se falar de prostituição, de pronto, se afere a sexual. Porém, a prostituição determina as ações de maneira sutil na economia, na política, no ensino, na cultura, nos costumes e até na religiosidade no âmbito administrativo deste Mundo.

Queira ou não teólogos e eruditos, as Instituições em atividade no seio da Humanidade são as grandes prostituidoras do Ser Humano.

A prostituição e referência a essa aula, é a sexual que embora esteja presente em todas as Classes Sociais, atinge com maior contundência os adolescentes do Povo Comum.

A bem da verdade, os conceitos e preceitos didáticos pedagógicos que poderiam orientar e educar o adolescente na sua transposição da idade juvenil para a adulta ainda são mitos, e quando discutidos em fóruns específicos, em tais debates não se produzem efeitos reais devido aos conflitantes interesses da religiosidade, das preferências outras e da própria diretriz didático pedagógica da Nação.

Prova disso, é de que vamos encontrar nas Clínicas de Família, Postos de Saúde e Hospitais, tanto nos bairros nobres quanto nos das periferias, um grande número de meninas na faixa etária a partir dos 10 anos, na pré adolescência, grávidas e isso, não causa espécie aos funcionários dessas instituições já acostumados a esse dolo social tão recorrente.

Em relação aos meninos, em grupos ou solitários, vamos encontrá-los deambulando pela noite nas zonas de baixo meretricio, nos pontos escusos de vendas de drogas e entregues a sanha da avidez de invertidos sexuais e dos traficantes de crianças e órgãos para o Primeiro Mundo.

A Elite Nacional, o Governo e as Religiões sabem de todos esses fatos mais nenhum deles se pronuncia ou assume responsabilidades. O Governo edita regras paliativas e a Elite assim como as Religiões, hipocritamente alegam dar amparo e assistência às vezes até material, aos prostituídos. E o que fica claro e evidente é que; tanto o Governo como as Elites e Religiões sanam e aliviam as dores, mais não atacam os vetores desse mal; a miséria e a ignorância. Pois a prostituição tanto proporciona ganhos econômicos para a Elite via Iniciativa Privada, quanto honrarias e aleluias para as Religiões.

Ao vermos uma mulher e Mãe, a vemos como a guardiã da família e de sua prole. Logo podemos aferir que a Nação no concerto das Nações é a Mãe e guardiã de sua Sociedade e de sua prole. Em sendo assim e é óbvio, o Governo é o Pai.

Então a nível de Brasil, as crianças são “órfãos duas vezes”; Dos Pátrios Poderes e dos Pais Biológicos.

Mas, no contexto dos presumidos responsáveis por esse estado de coisas você está inserido(a)?

Claro que está mais você não atua.

Se você pelo menos leu as aulas anteriores e chegou a esta, mesmo que não considere a Ciência Oaieme como sólido Conhecimento Doutrinário, sentirá e não poderá negar que o 4.° Poder é inerente ao Ser Humano que dele pode fazer uso de maneira pessoal ou em coletivo.

É evidente que ao reconhecer-se patrono(a) de seu 4.° Poder também reconhecerá que tem responsabilidades com o avanço social da Humanidade mesmo que ele seja contra ponto ao Sistema Global dos Sistemas ativos..

Em se discutindo o tema da Aula, a Prostituição Sexual levamos em consideração multiplicidade de gostos e interesses mas, eles jamais poderão sobrepujar a Ética e a Razão, em termos transcendentais e materiais.

Não sugerimos que você em relação ao Tema seja um(a) eremita na caverna, um saduceu no templo, um fariseu discursando na esquina ou um(a) beato(a) a jejuar sexo no monastério pelo simples fato de que “o jejum do sexo faz mal a mente, ao coração e abala a alma e o divino que existe em si”.

Cônscio(a) de seu 4.° Poder, sugerimos que você nas suas relações afetivas, em se tratando de sexo ou amor, seja responsável, comedido(a) e elegante. E de maneira nenhuma para usufruir de uma parceria, corrompa e não suborne usando dinheiro, prendas ou favores. Isso no entanto de forma amiga e responsável pode ser um tempero a uma relação já consolidada.

Fora da prostituição no seu sentido lato, existem mil maneiras de se efetivar uma relação. Em sendo assim não contribua para a escalada da Prostituição.

Não é uma imperiosa determinação, mais evitar o relacionamento com pessoas já prostituídas é aconselhável principalmente se forem adolescentes.

Em se falando de adolescentes, a Sociedade não leva esse tema para discussão em uma mesa de debates; A ATRAÇÃO RECÍPROCA ENTRE JOVENS E ADULTOS.

Se este debate for ensejado e se levado a público, causará terrível celeuma no contexto da sociedade e nos meios escolares e acadêmicos, devido ao fato de que relações deste tipo, em curso nos meios sociais da Elite e da Classe Média, seriam matérias de caráter jocoso nas Mídias Sociais.

Caso uma relação esteja se iniciando ou estando em curso, cabe ao adulto imbuído de responsabilidades, administrar as ações até que se esgote o interesse pela relação por parte do(a) jovem ou então assumir a relação e se arriscar a desgostos, prejuízos e o desgaste de sua pessoa no contexto social.

Bons estudos, bons proveitos, até a próxima aula e Inté.

Independência ou Sorte.

****