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Aula XI – Considerações Preliminares

JB da Silva

De uma maneira sucinta e prática, várias informações básicas lhe foram disponibilizadas, para que você comece a entender como vive ou sobrevive a Humanidade neste Mundo e como você poderá viver, conviver e sobreviver no cerne dela sem no entanto, se indispor com os Sistemas e suas Leis, Regras, Normas e Estatutos.

Enfatizamos que você é o 4° Poder de qualquer Estado de Direito ou seja; qualquer Nação.

E porque possuías este poder e não sabias? E só tomou conhecimento dele, agora, através dos conteúdos destas aulas?

Aí vai as explicações:Em qualquer Regime ou Forma de Governo a sua Organização Primordial é esta que é denominada de Os Três Poderes;

Executivo – Legislativo – Judiciário

Será que não falta mais algum componente?

Mais está muito claro que falta.

Analisando cada um de tais Poderes, vemos que cada um deles possui Departamentos e meios de Fiscalização, Leis, Regras, Normas e Estatutos próprios, e isso faz com que os intelectuais ou pensadores desta ou daquela Nação alardeiem que; a independência de ações dos Três Poderes embasam com solidez qualquer forma de governabilidade.

Mais a quem tais Poderes fiscalizam?

E quem fiscaliza tais Poderes?

O claro e óbvio é de que tais Poderes fiscalizam o Ser Humano e as ações encetadas por ele no cerne da Sociedade Nacional, e esta mesma Sociedade em suas diferenciadas áreas de atuação.

Como não existe um Órgão que fiscalize as ações dos Três Poderes, tais Poderes possuem o privilégio da intocabilidade jurídica, das ações da última palavra, do voto de Minerva e é de suas alçadas, o decidir sobre o futuro e o destino de Tudo e de Todos.

O privilégio da intocabilidade jurídica é de interesse do Sr Humano e o beneficia assim como a Sociedade Pátria?

As ações de última palavra é de interesse também do Ser Humano e da Sociedade Pátria que delas podem fazer uso?

O voto de Minerva é de interesse também do Ser Humano e da Sociedade Pátria ou ele embasa interesse outros não condizentes com os Cânones Nacionais?

O decidir sobre o futuro e o destino de Tudo e de Todos é também de interesse do Ser Humano e da Sociedade Pátria, ou é uma sutil forma de moldar uma personalidade servil no Ser Humano ou transformar a Sociedade Pátria num exército de prestadores de serviços e consumidores em potencial?

A nível de Brasil se estabeleceu entre os Três Poderes sutis manobras políticas e jurídicas que permitem aos altos escalões do Governo, políticos, empresários, magistrados e membros da Alta Sociedade se esquivarem das Leis vigentes, mesmo sendo eles réus habituais, autores, co-autores e atores de inequívocas ações criminosas que ferem a soberania Nacional e o equilíbrio sócio político Pátrio.

Em 17 de outubro de 1969 os Senhores Ministros da Marinha de Guerra, do Exercito e da Aeronáutica usando das atribuições que lhes conferiam o artigo 3º do Ato Institucional nº 16, de 14 de outubro de 1969, combinado com o § 1º do artigo 2º do Ato Institucional nº 5, de 13 de dezembro de 1968, devido ao recesso do Congresso Nacional reeditaram o novo texto da Constituição Federal de 24 de janeiro de 1967 através da EMENDA CONSTITUCIONAL N°1, DE 17 DE OUTUBRO DE 1969. Na realidade , esta emenda transformou-se na Constituição do País.

Apesar de até a data de hoje, ser considerada despótica pelos seus questionadores, a nossa intelectualidade aristocrática, a luz da razão e do direito, ela era um freio para aproveitadores e velhacos que ate hoje infestam as instituições Brasileiras.

Estas propostas da Constituição Federal de 1969 incomodavam os velhacos que se apossaram dos Três Poderes no Brasil.

O art. 151 previa a suspensão, por 10 anos, de direitos políticos, maior eficácia na previsão dos direitos dos trabalhadores, possibilidade de perda de propriedade para a reforma agrária;

As três principais alterações promovidas pela citada emenda constitucional foram:

1. Estabelecimento de eleições indiretas para o cargo de Governador de Estado

2. Ampliação do mandato presidencial para cinco anos

3. Extinção das imunidades parlamentares.

No entanto as Forças Armadas mantiveram o § 1° do Art. 1.° na íntegra e seu teor era este;

Art. 1º. O Brasil é uma República Federativa, constituída, sob o regime representativo, pela união indissolúvel dos Estados, do Distrito Federal e dos Territórios.

§ 1º Todo o poder emana do povo e em seu nome é exercido.

Veja bem a contundência da afirmação.

Porém a Constituição Federal de 1988 desastradamente editou este “paragráfico único” ao Art.1°:

Parágrafo único. Todo o poder emana do povo, que o exerce por meio de representantes eleitos ou diretamente, nos termos desta Constituição.

Veja bem a atípica tibieza da afirmação.

Este foi o “pulo do gato” que deram os políticos velhacos respaldados no caso, pela própria Constituição que elaboraram. E o Povo, mesmo que seja nos tribunais, jamais poderá fiscalizar ou cobrar de tais representantes eleitos, alguma explicação.

A Nova Ordem Mundial atuou com muita contundência na elaboração desta Constituição através de seus “principais sobrinhos”: Luiz Inacio Lula da Silva, Fernando Henrique Cardoso, José Serra e Michel Temer.

Está muito claro e óbvio que os interesses do Governo, embasados pelos Três Poderes nem sempre estão de acordo com os interesses do Ser Humano e da Sociedade Nacional.

Mas, um Órgão que fiscalize os Três Poderes existe, ou é apenas uma utópica divagação sócio política na cabeça de sonhadores “Anômalos” ?

Claro de que este Órgão não existe em país nenhum deste Mundo mais ele pode ser organizado e estruturado agora e já, porque uma Nova Ordem Social está se sedimentando numa Civilização Emergente onde vários Seres Humanos estão “acordando”.

Nessa nascitura Civilização Emergente está previsto Quatro Poderes e não apenas Três e são:

Executivo – Legislativo – Judiciário – Fiscal, o 4° Poder

No caso do Brasil. O Poder Fiscal é o 4° Poder da República e ele não foi previsto nem ideado por Platão ou Montesquieu o teórico das modernas Repúblicas e Democracias.

As convicções de Montesquieu eram aristocráticas liberais”, e embora criticasse toda a forma de despotismo, não apreciava a ideia do Povo assumir o Poder.

Se até esta aula não leu os Conteúdos dos Protocolos do 4° Poder, seria interessante que lesse para que possa entender como se reconhecer e atuar como o 4° Poder da República, nesse caso o Brasil. Mais adiante, seus itens serão temas de aulas.

Tenha a certeza de que; no anonimato muitas pessoas estão exercendo o seu 4° Poder pessoal e modelando uma nova postura social à sua volta. Elas são pequeninas luzes, a pirilampar no seio da escuridão tenebrosa do Contexto da Sociedade.

Muitos são os acontecimentos bons e positivos no Brasil mais, a Mídia não divulga.

Bons estudos, bons proveitos, até a próxima aula e Inté.

Independência ou Sorte.

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