A Ciência Oaieme – Coaching e Mentoring – Curso – O Desenvolvimento.

Aula XXIX– Os Protocolos do 4° Poder – XV

JB da Silva

Não contribuir para a existência de instituições nacionais ou estrangeiras que visam apenas as Verbas da Nação( ONGS e outras instituições correlatas).

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De conselhos e boas intenções, as prateleiras do Céu estão sempre cheias e as do Inferno nunca ficam vazias. (JB da Silva)”.

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O que são Ongs (Organizações não Governamentais)?

Para respondermos a essa pergunta se faz necessário entendermos os aspectos setoriais que regem a Humanidade, ou seja como se entende as partições de sua Sociedade Civil.

Divida em três Setores, a Sociedade Civil se compõe do primeiro Setor constituído pelo Governo, o Segundo Setor constituído pelas Iniciativas ou Empresas Privadas e o Terceiro Setor por Organizações ou Instituições sem fins lucrativos.

Veja bem que assim como os Estados Republicanos ou Democratas tais Setores obedecem as propostas conceituais da Cabala que usa muito o número 3 como Vector “a” de qualquer situação.

Governo 1° Setor

Iniciativas ou Empresas Privadas 2° Setor

Organizações ou Associações sem fins lucrativos 3° Setor

Assim como a Ciência Oaieme propõe que o 4° Poder atue sobre as ações do Executivo, Legislativo e Judiciário, ela propõe que ele estenda sua atuação sobre os Três Setores primordiais da Sociedade Civil e isso pode ser feito coletivamente ou individualmente ao se usar o 4° Poder.

Nesse caso em questão, o 4° Poder seria o 4° Setor.

O que são Ongs e Instituições sem fins lucrativos ou seja o Terceiro Setor.

A partir das Instituições Filantrópicas que em sua maioria apenas eram direcionadas as carências nas áreas de saúde, alimentação e educação da Sociedade, surgiram as Ongs.

O progresso da Sociedade Civil, implica também em aumento da miséria e o surgimento de Causas Políticas em todos os setores das atividades humanas, gerando disputas às vezes, inconciliáveis, prejudicando com muita contundência as nações pobres, em desenvolvimento e suas etnias.

Como as Instituições Filantrópicas, Associações e outras correlatas em todo o Mundo dependiam e dependem do aval e auxilio do Governo e da Elite Nacional, não havia e não há como elas defenderem ou promoverem Causas Políticas limitando-se elas apenas, a socorrer as vítimas resguardando-se assim, das possíveis retaliações governamentais e da Alta Sociedade local..

As Causas Políticas em questão podem ser: Direitos Humanos, direitos dos animais, direitos dos indígenas, gênero. Luta contra o racismo e corrupção estatal. Questões urbanas e rurais: meio ambiente, acesso a terra, acesso a moradia e imigração entre muitas outras.

As Nações e nem a ONU demonstram terem a mesma visão dessas Causas Políticas e isso é claro, provoca um certo desconforto nas relações entre os Países e o maior exemplo disso é dissenção provocada entre as nações europeias pela chegada sistemática de imigrantes asiáticos e africanos ao continente.

As Ongs, principalmente as que atuam em defesa do meio ambiente, da imigração e das vítimas de guerra, dispõem de “verbas fabulosas” para atuarem assim como são aparelhadas com os mais modernos equipamentos que vão desde navios a ambulâncias.

A bem da verdade, as Ongs e instituições correlatas atuam e estão onde o Poder Público e o Poder Privado não atuam ou não querem atuar por isso, elas tem fácil acesso a verbas através de seus representantes políticos.

O óbvio no Brasil, é de que um número acanhado de Ongs e Instituições correlatas funcionam a contento em prol do bem comum, mais essas instituições, de contestadoras no passado, transformaram-se, na sua maioria, em “parceiras” ou “cúmplices” do Poder Público e do Poder Privado na prática de ações escusas que tanto prejudicam a Sociedade Civil o que veio a ensejar, para refrear os desmandos, que a então Presidenta Dilma Roussef sancionasse o Marco Regulatório através da LEI Nº 13.019, DE 31 DE JULHO DE 2014 para gerenciar e fiscalizar as atividades e relações entre as Ongs e os poderes constituídos. Essa Lei foi um avanço mais ainda existe um longo caminho a percorrer para se equalizar as ações dessas instituições.

Atualmente não se tem um aferimento confiável sobre as atuações das Ongs no Brasil. Os dados que estão disponibilizados na Internet são de 2014 e os atuais, tratam apenas da propaganda ostensiva de cada uma delas.

Pelos cálculos feitos ainda em 2007, já dava para se perceber que o Brasil tinha se transformado, de vez, no paraíso das ONGs. Naquela época, o número de organizações não governamentais girava em torno de 250 mil, com aportes financeiros federais da ordem de mais de R$ 3 bilhões. Hoje, as estimativas indicam que há perto de 600 mil ONGs atuando no país, recebendo mais de R$ 18 bilhões por ano em repasses federais e verbas de valor desconhecido vindas de fora, inclusive de governos estrangeiros.

A maioria dos funcionários assalariados de ONGs no Brasil é de mulheres (62%), mas elas ganham apenas 75% dos salários pagos aos seus colegas homens.

ONGs nacionais, dão margem a corrupção e as ONGs estrangeiras, são verdadeiras espiãs. Um governo sério, defensor dos interesses nacionais, proibiria a existência de ONGs no país. O que uma ONG faz, que o governo não pode fazer?

No Brasil, desde o governo de FHC até o momento presente muitos foram os escândalos de corrupção envolvendo Ongs e os altos escalões do Poder Público.

A Nova Ordem Mundial em seus aspectos Ocidentais, Eurásicos e Islâmicos, de uma forma ou outra determina as ações nos regimes monolíticos capitalistas, socialistas e até mesmo nos de características comunistas. O que se tem de aferir é de que a economia em tais regimes são piramidais isto é, as ações acontecem de cima para baixo” obedecendo os preceitos da Arvore da Vida da Cabala, que embasa a Economia Celular Monolítica cuja gestão é feita pelo 1° Setor, o Poder Público e pelo 2° Setor o Poder das Iniciativas ou Empresas Privadas. A Sociedade Civil não tem gerência sobre a Economia Nacional e, como o deslanche das classes sociais não é sistemático é sintomático, isso gera conflitos, processos reivindicatórios ou Causas Políticas que vão ser administrados por um poder paralelo, o 3.° Setor (Ongs, Associações filantrópicas)cujos titulares, na prática, “são pessoas oriundas ou ligadas aos poderes constituídos ou a Elite Nacional”.

Em uma outra visão de vida ainda embrionária no Planeta, existe a Nova Ordem Social. Ela embasa a Economia Molecular Pluralista obedecendo aos preceitos da Arvore da Vida da Ciência Oaieme cuja construção e ações são piramidais mais de baixo para cima” o que implica dizer que a gestão econômica é efetuada pelo 1° Setor, o Poder Público e pelo 2° Setor as Iniciativas ou Empresas Preferenciais. A Sociedade Civil pode propor ações em todas as áreas e tem gerência sobre a Economia Nacional através do 3° Setor as Empresas Consensuais. pois o deslanche das classes sociais é sistemático e as Causas Políticas vão ser administradas pelo 4.° Setor , o 4° Poder da República em termos individuais e coletivos.

Apesar de embrionária, a Nova Ordem Social já começou a fazer germinar sementes de ações e situações excepcionais no Planeta e especialmente no Brasil, reformulando até mentes e corações.

Existem cerca de 10 milhões de organizações não-governamentais (ONGs) em todo o mundo.

Se as ONGs fossem um país, seriam a quinta maior economia do mundo.

Há mais de 1,4 milhões de ONGs nos Estados Unidos que empregam 11,4 milhões de estadunidenses.

Os americanos doaram, para as organizações da sociedade civil, o recorde de 390 bilhões de dólares em 2016, mais de 1 trilhão e 250 bilhões de reais.

Recentemente a Rússia, a China e países do Islã editaram duras leis contra Ongs internacionais devido as suas intromissões em assuntos internos de tais países, depois que se comprovou que muitas delas não passavam de escritórios de inteligência de países ocidentais. No Brasil, praticamente tais Ongs tomaram de assalto a Amazônia legal.

No entanto há de se ressaltar que nem tudo está perdido pois um apanhado realizado nas redes sociais atesta que existem Ongs voltadas para a cobrança de transparência nas ações do Poder Público assim como combatem a corrupção a nível público e privado.

Para dar uma ajudinha nessa tarefa, alunos de um curso da PUCRS desenvolveram o Meu Deputado, um aplicativo pelo qual é possível saber tudo a respeito dos gastos governamentais e até tirar satisfações diretamente com os responsáveis pelas despesas.

Sem sombras de dúvidas eles estão exercendo os seus 4.° Poderes tanto pessoais como coletivos ainda que inconscientes disso. A partir desse dados e a nível de Brasil, o quadro atual no Planeta é este e que pode encetar uma série de raciocínios e considerações da sua parte, devido ao fato de que; eles nos informam que uma Nova Ordem Social está a emergir no Solo Brasileiro.

Bons estudos, bons proveitos, até a próxima aula e Inté.

Independência ou Sorte.

Bons estudo, bons proveitos, até a próxima aula e Inté.

Independência ou Sorte.

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