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Aula XXXIII– Os Protocolos do 4° Poder – XIX

JB da Silva

Não compactuar com políticos, funcionários e empresários que fraudam e espoliam a Nação.

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Desde os tempos da remota Suméria, o primeiro Sistema de Governabilidade realmente organizado no planeta, a Sociedade tem se defrontado com os problemas de corrupção, tráfico de influência, suborno e desvio de bens materiais nas instituições públicas,

No primeiro império babilônico, organizou-se um intrigante sistema de leis que ficou conhecido como o Código de Hamurábi em homenagem a seu autor e primeiro rei babilônico “Kammu-rabi ou Hamurábi”. Outros códigos, foram utilizados pelos Sumérios principalmente o Código de Ur-Nammu desde 4.000 anos a.C. a 1900 a.C. na Mesopotâmia. Porém, o Código de Hamurabi foi o que de forma mais completa nos chegou como legado histórico. Como os sumérios viviam em cidades e comunidades autônomas, isso dificultou o conhecimento dos registros dos seus ancestres códigos.

Hamurábi, ou “Khammu-rabi” sexto rei da Suméria uniu os semitas e sumérios fundando o império babilônico por volta de 1750a.C.

Como vemos as ações de dano a Nação aviadas por políticos, militares, funcionários e empresários, não é fato novo e isso nasceu com os Sistemas ou Formas de Governo e assim como nos dias atuais, desde remotas eras, as Leis punem o cidadão comum mais permitem as Altas Estirpes escamotearem-se das possíveis punições. Os eventos no Brasil e em outros países na atualidade, muito bem nos demonstram isso.

No entanto, podemos admitir que; como os Códigos de Hamurábi se direcionavam ao cidadão comum e a sua postura e o regrar de suas ações no seio da sociedade, talvez isso permitisse ao Governo punir os infratores de Alta Estirpe.

Nos dias atuais o que podemos aferir é de que; os infratores quer sejam políticos, militares, funcionários, empresários ou religiosos não agem sozinhos. Suas ações são desenvolvidas com o apoio de parceiros da mesma estirpe e pessoas subordinadas a si no seu ambiente de atividades funcionais.

Logo, cabe a si decidir sobre a sua participação ou não em uma possível ação de suborno, corrupção, tráfico de influência, ou desvio de materiais e bens na instituição ou empresa onde trabalha.

A compactuação com tais atos, pode trazer lucros, ascensão profissional e social mais também pode trazer a desonra, vergonha e o ter que prestar contas mais cedo ou mais tarde a Lei. Mesmo sendo um alto funcionário ou um humilde servidor, ao não compactuar com tais ações, estará contribuindo para o fortalecimento da Cidadania e embasando com propriedade o seu 4° Poder pessoal e o Coletivo da Nação.

Bons estudos, bons proveitos, até a próxima aula e Inté.

Independência ou Sorte.

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