A Ciência Oaieme – Coaching e Mentoring – Curso – O Desenvolvimento.

Aula XLI– Os Protocolos do 4° Poder – XXVII

JB da Silva

Combater o desperdício em todos os níveis e apoiar o trabalho de reciclagem de sobras domésticas e industriais.

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Embora se por uma lado várias instituições governamentais, grupos e entidades no contexto da sociedade, promovam campanhas em apoio a reciclagem e o combate ao desperdício, por um outro lado através da mídia, o incentivo ao consumo desenfreado se faz presente. E isso solapa e emperra as políticas ambientalistas cuja meta é; a resguarda dos bens materiais e a vida saudável dos seres que vivem no planeta.

Assim como a Educação Ambiental, a Educação para a Reciclagem de Resíduos domésticos e industriais, deveriam ser matérias obrigatórias no ensino Fundamental e Ensino Médio.

Tais Competências ou Conteúdos quando são ministrados na sala de aula e às vezes, com rápidas experiências de campo, o são pelo esforço pessoal de professores fiéis a seu sacerdócio profissional, mais não por determinação da Grade Curricular Nacional em vigência.

A Base Nacional Comum Curricular (BNCC), é obrigatória e comum a todas as escolas (da educação infantil ao ensino médio) e já está deslanche em todo o País. A BNCC define as competências e conhecimentos essenciais que deverão ser oferecidos a todos os estudantes na parte comum (1.800 horas), abrangendo as 4 áreas do conhecimento e todos os componentes curriculares do ensino médio definidos na LDB e nas diretrizes curriculares nacionais de educação básica. No entanto, ela não prevê em seus enunciados e postulações a Educação Ambiental e a Educação para a Reciclagem. Como as disciplinas obrigatórias nos 3 anos de ensino médio serão língua portuguesa e matemática e o restante do tempo será dedicado ao aprofundamento acadêmico nas áreas eletivas ou a cursos técnicos, temos o seguinte quadro a seguir: I – linguagens e suas tecnologias; II – matemática e suas tecnologias; III – ciências da natureza e suas tecnologias; IV – ciências humanas e sociais aplicadas; V – formação técnica e profissional. Daí entendemos que as Competências Educação Ambiental e Educação para Reciclagem poderiam ser contextos do ítem III – Ciências da Natureza e suas Tecnologias.

E o porquê desta proposta? A resposta é muito simples; tais Competências em suas áreas de atuação, propiciam vários postos de trabalho que vão desde o simples catador coletor de resíduos a técnicos em profissões várias. Está perdendo o Brasil a oportunidade de oferecer trabalho digno aos sem qualificação profissional, pois tais áreas de atuação necessitarão a curto prazo de técnicos e recém formados de nível superior para encetarem novas ideias e propor projeto nestes setores a exemplo da Finlândia que tem a Educação Ambiental e Educação para Reciclagem como ações prioritárias da Iniciativa Privada e do Governo.

E isso está se revertendo em benefícios econômicos e sociais para a Finlândia.

A partir destes dados inquestionáveis, objetivamos propor ações que enfatizem o combate ao desperdício. Não importa a sua classe social, a sua profissão, o seu poder aquisitivo ou se é uma simples pessoa comum. O importante é que você usando o seu 4° Poder contribua com o processo, apoiando ações reais quanto a Educação para a Reciclagem e o desenvolvimento da mesma em termos institucionais e privados, pois o desperdício de alguma forma ou outra pode interferir no presente ou no futuro em sua vida particular.

Bons estudos, bons proveitos, até a próxima aula e Inté.

Independência ou Sorte.

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