A partir das informações, dados coletados e opiniões de pessoas ligadas a Educação e Cultura nesta obra apresentados, teço minhas considerações pessoais a respeito da existência de nosso Idioma Brasileiro.

No título Informações e Dados podemos verificar que existe uma grande e abissal diferença entre o Idioma Brasileiro e o Idioma Português.

No título que se refere às Nomenclaturas está evidenciada a diferença entre a Brasileira e a Portuguesa.

No titulo que se refere a uma Rápida Visão de Nossa Educação após 1964 podemos verificar a improbidade e a indecência com que trataram os interesses Educacionais e Culturais Brasileiros o Governo, os Políticos e a nossa a Elite.

No que se possa inferir sobre as opiniões tanto das Nomenclaturas, do Idioma Brasileiro e das Leis, Regras e Normas que administram os debates, fatos, problemas e situações inerentes ao Tema, a Língua que falamos, podemos sentir que ninguém tem a palavra final. Para elucidar as questões que envolvem tão relevante Tema devemos de separar em dois grupos os que são interessados ou que estão envolvidos. No primeiro grupo estão os que não admitem que possuímos uma Língua Pátria. No segundo grupo os que defendem que possuímos uma Língua Pátria.

Ao primeiro grupo devo lembrar que os portugueses nunca deram um passo efetivo e progressista em função de seu Idioma. Todas os atos em função disso foram sugeridos e efetivados pelo Governo Brasileiro o que sempre obrigou o Governo Português a se fazer presente logo em seguida pelo simples fato de que; os portugueses não admitem que falamos a Língua Portuguesa daí não se preocuparem em procurar novos rumos para seu Idioma por não serem um povo de características progressistas e essa deficiência dos lusitanos já havia detectado Nina Rodrigues no Século XX.

Esse grupo o primeiro, é constituído em sua maioria de pessoas descendentes de portugueses, geralmente eruditos, filhos da classe média alta ou da elite e ocupam cargos de relevância nas Instituições de Ensino e muitos deles tem ligações sócio-político -econômicas e até religiosas com os portugueses e a nossa Iniciativa Privada. Nesse grupo estão os agraciados com honrarias, títulos, diplomas e associações honoríficas em Instituições portuguesas notadamente a Academia de Ciências de Lisboa.

O segundo grupo tem uma característica interessante, pois se subdivide em dois: o A que defende sem constrangimento a ideia que temos um Idioma próprio mais é um número muito reduzido de pessoas e o B muito mais numeroso, mas apenas insinuam que poderíamos ou podemos ter, ou podemos pensar em termos um Idioma próprio.

São sem sombras de dúvidas pessoas que, em sendo da área de Educação e Cultura temem a crítica de colegas, chefes e superiores hierárquicos.

O primeiro grupo o A são pessoas especiais de caráter forte, pois defender esta Tese que contraria os interesses outros da Elite e até dos setores editoriais ainda mais sendo nos altos escalões da Educação e Cultura, não é tarefa fácil, pois a pessoa que se propuser a isso tem que ter uma moral ilibada e uma respeitabilidade profissional profunda reconhecida pelos seus pares e superiores que lhes permite opinar sem ser retaliado nem questionado.

Aos do grupo B só quero lembrá-los que no exercício de suas funções tanto a nível municipal, estadual ou federal ou mesmo particular, quando vão à boca da caixa receber seu salário, a moeda que o paga não é o escudo mais o Real.

A discussão sobre a existência ou não do Idioma Brasileiro é mais profunda do que se possa imaginar. Uma Nação sem idioma é apenas uma subproduto de outra cultura e não é esse o nosso caso. Um Povo sem idioma é um Povo sem boca e não é esse o nosso caso. Somos uma Nação com Cultura própria que é reconhecida internacionalmente e somos um Povo que temos uma maneira especial e ímpar de nos expressarmos e de nos comunicarmos completamente diferente dos ditames Educacionais ou Culturais utilizados em Portugal. Nossa maneira de escrever é mais eloquente, transparente e melódica, mesmo os mais chulos textos editados pelos menos esclarecidos. Prova disto é que ao se ler as Leis editadas em Portugal e apresentadas aqui nesta obra podemos avaliar e raciocinar sobre a abissal distância que existe entre o Idioma Brasileiro e o Português. Tais Leis editadas no Século XX parecem terem sido editadas no Século XIX.

E isto todo o Povo Brasileiro deveria saber:

Uma coisa incomoda e aborrece o Brasileiro ou Brasileira que vive no Exterior, essa indelicada pergunta:

– Você fala o Português ou o Português Brasileiro?

E esse idiótico questionamento aos que vivem em Portugal:

– Tu tais aqui há anos e ainda falas o Brasileiro?

Vejam bem que os próprios Portugueses reconhecem a existência do Idioma Brasileiro. Os parágrafos aqui editados não é invenção do autor. É o relato despretensioso e sem segundas intenções daqueles que vivem em Portugal e em outras Nações. E para dar um fecho aos raciocínios sobre, é indelicado em Portugal um Brasileiro dizer que fala a Língua Portuguesa.

Sem sombra de dúvidas isso é uma coisa mais do que certa: só odiamos, xingamos ou atiramos pedras nas coisas e pessoas das quais não gostamos. Não há como xingar, odiar ou atirar pedras naquilo que não vemos por isso, o Idioma Brasileiro Livre existe, pois é odiado, tentam desprestigiá-lo, diminuí-lo mais não conseguem desmenti-lo pois ele é uma Egrégora Metafísica e Física, pulsante, viva e presente e onipresente queiram ou não os seus opositores. Isto é, ele é o Concreto e Transcendente Veículo de Ensino, Estudo, Pesquisa e Análises que é propriedade e Celeste Dote do Povo Brasileiro.

Antes de comentar os Fundamentos do Idioma Brasileiro Livre, necessário se faz tecer comentários a respeito dos Fundamentos que embasam as atividades dessa Humanidade desde os Primórdios do seu processo civilizatório. Esses Fundamentos existem e são utilizados até os dias atuais mais nunca se ouve ou se lê comentários a seu respeito. Esse Fundamento é a Cabala e seus métodos cujos parâmetros, leis, normas e regras embasam as atividades humanas filosóficas, científicas, esotéricas, religiosas, culturais e dão as diretrizes dos sistemas econômicos, políticos, ideológicos, religiosos, educacionais e culturais que os governos terão que seguir obedecendo a orientação de um colegiado altamente restrito que atualmente não é mais secreto, os Mentores da Globalização ou da Nova Ordem Mundial cuja frase tema está gravada na nota de US$ 1, ou seja; Novus Ordo Seclorum.

Os comentários que se fazem a respeito da Cabala e é do conhecimento de todos é apenas a nível religioso, místico ou ligados ao sortilégio. O capitalismo, o socialismo, o comunismo, o parlamentarismo e a Globalização são as últimas criações desse maquiavélico método criado pelos sumérios. E diga-se aqui rebisando o assunto, funciona até esta data. Mais o que tudo isso tem haver com o Idioma Brasileiro Livre? A resposta é simples, muita coisa e a explicação é esta queira você acreditar ou não: Usando os conhecimentos secretos da Cabala Suméria, Tarô, Talmude e a Bíblia dos cristãos um grupo seleto desde os primórdios dessa Civilização detém em mãos o poder sobre tudo e sobre todos e não estão preocupados se você se importa ou não pois segundo eles o poder é nosso, o dinheiro é nosso e o resto será o que permitirmos.”

Uma verdadeira enxurrada de livros, vídeos, páginas, revistas e sites estão à disposição da Humanidade para que ela se conscientize do problema; o negro futuro que lhe está reservado e projeto final desta Nobresa Negra. Para essa Nobresa, no entanto, essa propaganda e divulgação apenas é um atestado e apologia a seu poder ou força, pois estão certos que não haverá poder que os detenha na consecução de seus propósitos.

Umas das áreas em que no momento esta satânica Instituição está promovendo mudanças significativas é a área da Educação e Cultura e para isso criaram uma ONG onde um de seus pares é o Presidente. Nota-se nas propostas, orientações, relatórios e discussões desta entidade a sutil ideação da desestabilização do ensino público do fundamental a universidade nos países em desenvolvimento notadamente o Brasil. E aqui seus aliados são muitos principalmente os mais interessados, a Iniciativa Privada. O maquiavélico esquema funciona do seguinte modo:

A ORUS leva e discute com o país escolhido as propostas de políticas na área de Educação a partir de sugestões do FMI e do Banco Mundial.

O Banco Mundial e o FMI repassam a ORUS tais diretrizes que foram ideadas pelo Conselho dos Bilderbergs de comum acordo com o G8 obedecendo as determinações do G13.

O G13 é as treze famílias que detém em mãos 70% da moeda circulante.

O G8 é o espaço político, militar, econômico e institucional do G13

O Conselho de Bilderbergs são os 130 cidadãos escolhidos para discutir com governos e instituições os interesses do G13. Edgar Morin, Presidente da ORUS é um Bilderberg e é um judeu de origem sefardita de origem espanhola e que já veio ao Brasil cobrar do ex presidente Lula, pressa na implantação do Plano Nacional de Educação.

Chegamos ao final destas considerações com a certeza de que:

Realmente temos um Idioma próprio.

Não podemos aceitar imposições externas sobra as nossas Políticas de Educação, pois isso desfigura a Nossa Cidadania e temos que ocupar todos os Fóruns de debates sobre o assunto.

Os profissionais de educação devem ter em mente que dentro da sala de aula eles podem contribuir para mudar esse quadro de fome de “tudo” por menor que seja a sua contribuição.

É necessário se entender que o Brasil é um País para Todos mais não é de Todos, porquê simplesmente é NOSSO.

Os fatos que acontecem e estão acontecendo neste Mundo em Dores parece que passam despercebidos para a Humanidade. Mais aqueles que se dedicam a análise e tentam compreender a Vida e os Seres Humanos sabem que forçam não conhecidas ou detectadas pelo Ser Humano estão em ação. Deus preparou muitas e muitas surpresas para esta Humanidade sofrida e novos conhecimentos lhes chegarão às mãos. Mais muitos deles só serão conhecidos através do Idioma Brasileiro Livre e da Ciência Oaieme e seus Métodos. Queiram ou não os Mentores deste Mundo, O Idioma Brasileiro Livre e a Ciência Oaieme e seus Métodos reescreverão o nosso passado e editarão o nosso Futuro e nele não vejo o tal pressuposto Apocalipse previsto por Escrituras caducas e maquinações outras.

O Idioma Brasileiro Livre e a Ciência Oaieme e seus Métodos são o Repositório Mágico das Inteligências Múltiplas e encerra dentro de si de maneira metafísica, velada e mágica todo o Conhecimento que esta Humanidade adquiriu desde os remotos idos dos Sumérios a 8.000 anos atrás, até os Evos e Evos da Ancestre Lêmure-Atlãntida ou seja a 200 milhões de anos atrás e ao ensejar o reto discernimento do Momento Presente, possibilita que o Ser Humano de maneira séria e consciente forje a médio e longo prazo, um :Futuro promissor para toda a Humanidade.

Bastou se acrescentar o Y ao alfabeto tradicional e FIAT LUX ! Tudo aconteceu

O Idioma Brasileiro Livre se fez presente!

 

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**** O olho que dizem que tudo vê, olha o Mundo e não me enxerga pois no Ontem não era, no Hoje não é e no Amanhã nunca será. No entanto Eu olho o Mundo e o olho que dizem que tudo vê: Eu o vejo e o enxergo pois no Ontem Eu era, no Hoje Eu sou e no Amanhã sempre serei porquê na Eternidade das Eternidades, Sou Um de D*E*U*S*.

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**** Eu vim, vi e venci e nem “eles” me viram nem tu me viste.
**** Um abraço a todos, até o próximo artigo e Inté.
**** Independência ou Sorte. O Aedo do Sertão

**** FIM****