01. ANALISE DO TEMA

Por JB da Silva

A Ciência Oaieme e seus Métodos e Doutrinas utilizam um Alfabeto de 24 letras que enfatizamos dizer embasa o Idioma Brasileiro Livre. Note-se que a linguagem ou teores literários dos resultados possuem características que não são encontradas nas publicações em Língua Portuguesa. Mediante isso, apresentamos no final do resultado do Tema analizado as devidas considerações e explicações a respeito do Idioma Brasileiro Livre.

02. QUADRATURA DO TEMA

tres.3

03. PALAVRAS ENCONTRADAS NA QUADRATURA

E-DEU-DEUSES- DEUS- DESTRO- DESERTOS- DOTES- DO-DOS-DESSE-DUO-DOU- DESTES-E – ÉS -EU -ESSE-ESTES-USO-USE- URDES- SE- SEDES- SEU- SUE- SURDO-SOTERES-SUSTO-SETORES-SERES-SURTOS-SORTE-O-OS-OU-OUSE-ODES-TE-TEU-TU- TUDO- TOSSE- RES- TREDO-RE-REUS-RESTOS-RESTO-RÉ-

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OBS: Todas as palavras do texto serão encontradas dentro da quadratura e todas as palavras possíveis que podem se formadas com as letras da quadratura compõem o teor ou forma do texto ou Resultado.

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04. RESULTADO

O Deus dos Deuses e de Soteres deu de dote o uso do TRES, o uso do Eu, de Sedes, Retos Setores e Reto Estudo tudo, de uso dos Rudes Seres.

Se és Esse do Deus de Deuses e de Soteres e se és destro e este estudo te é tese, ouse, use o TRES, estude o Reto Estudo, use os Retos Setores e Sedes, dote os Rudes Seres de tudo e seu Eu só sue Odes e te é dote e Sorte o Reto Setor do Deus dos Deuses.

Se és Esse do Deus Tredo e se deu de Soter urde e surte o uso e desuso do TRES, dos Rudes Seres, do Reto Estudo, destes Retos Setores, de Sedes e de seu Eu duo, és réu de réus, o resto dos restos e se estore tudo, tu, teu Deus Tredo e seus redutos e Sorte te dote de desertos setores e se tosse e te é ré, o susto é teu.

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Eu duo- pessoa com dupla personalidade
Destro- hábil, desembaraçado
só sue Odes – dispensar idéias, projetos e soluções positivas
Reto Setor do Deus de deuses – o Eden Cósmico
Soter – o Messias
Deus Tredo – Satã
Tredo – falso, traiçoeiro
Retos Setores- instituições públicas e privadas,regiões, países
Reto estudo – educação e cultura
Rudes seres – o povo comum
Urde – trama, tramar
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A Ciência Aieme e seus métodos não obedecem as normas da Nomenclatura Gramatical da Língua Portuguesa mais a do Idioma Brasileiro Livre.

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Saiba +

05. COMENTÁRIO

Voltando ao assunto “palavras retiradas de dicionarios”, existe na maioria dos países Europeus um movimento e um trabalho sistemático em defesa do Idioma Nacional de tais nações.

O trabalho consiste em reeditar palavras que caíram em desuso nas grandes metrópoles mais ainda são faladas nos vilarejos e fazendas do interior e as que não são faladas nem escritas, mais constam de antigos documentos oficiais e religiosos.

Isso, é para manter a integridade do Idioma Pátrio.

Matematicamente não falamos a língua portuguesa ela, nada mais do que um agregado de valores idiomáticos ao nosso linguajar do dia a dia haja vista que em Portugal existem 10 dialetos distintos e que não se harmonizam entre si além do que a língua portuguesa não tem um repositório de línguas de origem indígena.

Mais hoje, uma nova cena se desenrola no palco. Inicia-se um novo processo cultural no Mundo e de colonizados, passaremos queiram ou não nações e etnias, a sermos Os Colonizadores. Para demonstrar isso tomemos estas quatro informações para iniciarmos os raciocínios.

1ª INFORMAÇÃO

A língua portuguesa é uma língua românica flexiva que se originou no que é hoje a Galiza e o norte de Portugal derivada do “latim vulgar” que foi introduzido no oeste da península Ibérica há cerca de dois mil anos, tem um substrato Céltico/Lusitano resultante da língua nativa dos povos pré-romanos que habitavam a parte ocidental da península Ibérica(Galaicos, Lusitanos, Célticos e Cónios)

As línguas românicas são a continuação do latim vulgar, o popular dialeto do latim falado pelos soldados, colonos e mercadores do Império Romano, que se distinguia da forma clássica da língua falada pelas classes superiores romanas, a forma em que a língua era geralmente escrita.

Entre 350 a.C e 150 d.C, a expansão do Império, juntamente com as suas políticas administrativas e educacionais, fez a língua Latina dominante na parte continental da Europa Ocidental. O latim também exerceu uma forte influência no sudeste da Inglaterra, na província romana da África e nos países dos Bálcãs ao norte da Linha Jireček.

Durante o declínio do Império, e após a sua fragmentação e colapso no século V, variedades do latim começaram a divergir em cada local de forma acelerada, e eventualmente evoluíram cada qual para um continuum de diferentes tipologias. Os impérios ultramarinos estabelecidos por Portugal, Espanha e França do século XV em diante espalhou suas línguas para outros continentes, de tal forma que cerca de 70% de todos os falantes de línguas românicas vivem hoje fora da Europa.

Apesar das influências de línguas pré-romanas e das invasões, a fonologia, morfologia, léxico e sintaxe de todas as línguas românicas são predominantemente uma evolução do latim vulgar. Em particular, com apenas uma ou duas exceções, as línguas românicas perderam o sistema de declinação presentes no latim e, como resultado, têm estrutura de frase SVO (substantivo – Verbo – objeto) e fazem amplo uso de preposições.

2ª INFORMAÇÃO

OS 10 DIALETOS PORTUGUESES

Dialetos portugueses insulares açorianos.
Dialetos portugueses insulares madeirenses.
Dialetos portugueses setentrionais: dialetos transmontanos e alto-minhotos. Dialetos portugueses setentrionais: dialetos baixo-minhotos-durienses-beirões. Dialetos portugueses centro-meridionais: dialetos do centro litoral. Inclui Coimbra, Leiria e Lisboa,
Dialetos portugueses centro-meridionais: dialetos do centro interior e do sul. Regiões subdialetais com características peculiares bem diferenciadas
Dialetos portugueses setentrionais
Região subdialetal do Baixo-Minho e Douro Litoral inclui o Porto
Dialetos portugueses centro-meridionais
Região subdialetal da Beira Baixa e Alto alentejo: zona centro-meridional. Região subdialetal do Barlavento de Algarve.

3ª INFORMAÇÃO

OS 12 DIALETOS OFICIAIS DO BRASIL

Há pouca precisão na divisão dialetal brasileira. Alguns dialetos, como o dialeto caipira, já foram estudados, estabelecidos e reconhecidos por lingüistas, tais como Amadeu Amaral. Contudo, há poucos estudos a respeito da maioria dos demais dialetos. Uma tentativa de classificação dos dialetos foi realizada pelo Antenor Nascentes

1. Caipira – interior do estado de São Paulo, norte do Paraná, sul de Minas Gerais, sul de Goiás e leste de Mato Grosso do Sul (Sul, Sudeste e Centro-Oeste)
2.Dialeto nordestino do norte – dialeto falado no norte da Região Nordeste, mais precisamente no Maranhão e Piauí, com influência do dialeto nortista.
3. Dialeto nordestino do sul – dialeto falado no sul da Região Nordeste, mais precisamente na Bahia, com influência do dialeto mineiro.
4. Fluminense (ouvir) – Estado do Rio de Janeiro (capital e regiões litorânea e serrana) (Sudeste)
5. Gaúcho – Rio Grande do Sul, com alguma influência do castelhano, caracteriza-se principalmente pelo uso do “tu”, da segunda pessoa do singular, no lugar de “você”, comumente falado nas demais regiões do País. (Sul).
6. Mineiro – Minas Gerais (Sudeste)
7. Dialeto nordestino do centro – dialeto falado no centro da Região Nordeste, mais precisamente nos estados de Alagoas e Sergipe e interior do Ceará, Paraíba, Pernambuco e Rio Grande do Norte. Os pólos regionais de Recife, João Pessoa, Natal e Fortaleza apresentam um dialeto misturado (ouvir), com fortes influências dos dialetos paulistano, fluminense, sulista e naturalmente nordestino, devido à migração recente Sudeste e Sul e nordestinos que voltam de São Paulo e Rio de Janeiro.
8. Nortista – estados da bacia do Amazonas – (o interior e Manaus têm falares próprios)
9. Paulistano – cidade de São Paulo e proximidades
10. Sertanejo – Estados de Goiás, Mato Grosso e Minas Gerais. Assemelha-se aos dialetos mineiro e caipira.
11. Sulista – Estados do Paraná e Santa Catarina. Este dialeto sofre inúmeras variações de pronúncia de acordo com a área geográfica, sendo influenciado pela pronúncia de São Paulo e Rio Grande do Sul com influências eslavas no Paraná e em algumas regiões de Santa Catarina, e na maioria das regiões deste estado influências portuguesas e gaúchas. Há pequena influência nas áreas de colonização alemã com sotaque.
12. Brasiliense – Devido às várias ondas de migração, a cidade de Brasília e proximidades desenvolveram seu próprio sotaque que não se assemelha a nenhum outro.

Após essa enumeração de todas as diferenças linguísticas divididas numa diversidade de regionalismos de e gírias gírias correlatas, não existem dialetos no Brasil e sim apenas falares regionais popularmente conhecidos como verdadeiros sotaques ou seja, variantes linguísticas do Idioma Brasileiro que asseveramos ser o Idioma Brasileiro Livre.

OS DIALETOS OU SOTAQUES NÃO PESQUISADOS

Existe um enorme tráfego de cidadãos nas fronteiras para lá e para cá. Praticamente não existem fronteiras entre o Brasil e seus vizinhos. Como seus vizinhos falam o espanhol se admite a existência do “ portunhol”. Porém há de se ressaltar que existe 10 situações diferentes, as três Guianas, a Venezuela, a Colômbia, o Peru, a Bolívia, o Paraguai, o Uruguai e a Argentina. Então temos 10 dialetos ou sotaques não catalogados ou pesquisados. Assim são 22 os sotaques vivenciados no Brasil.

Para se dar um fecho nos raciocínios e explicações, o Idioma Brasileiro Livre a ferramente fundamental da Ciência Aieme tem a propriedade de absorver qualquer Idioma dentro de si mais não pode ser absorvido por nenhum Idioma nem pela língua portuguesa e para espanto dos intelectuais: ELE TEM A PROPRIEDADE DE RESSUSCITAR QUALQUER IDIOMA.

Saiba +

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**** O olho que dizem que tudo vê, olha o Mundo e não me enxerga pois no Ontem não era, no Hoje não é e no Amanhã nunca será. No entanto Eu olho o Mundo e o olho que dizem que tudo vê: Eu o vejo e o enxergo pois no Ontem Eu era, no Hoje Eu sou e no Amanhã sempre serei porquê na Eternidade das Eternidades, Sou Um de D*E*U*S*.
**** Eu vim, vi e venci e nem “eles” me viram nem tu me viste.
**** Um abraço a todos, até o próximo artigo e Inté.
**** Independência ou Sorte. O Aedo do Sertão

**** Fim.