O Idioma Brasileiro Livre

No ano de 1995 registrei os direitos autorais do Tecno Teste Oaieme, o embasamento primevo da Ciência Oaieme e seus Métodos de Estudo, Ensino, Pesquisa e Análises.

No meu entendimento o Tecno Teste era uma antevisão e um trabalho de pesquisa ainda mal acabado, que poderia me levar a descoberta de uma Ciência ainda desconhecida e se quer imaginada. É como se garimpasse na beira do rio, colhendo escórias e pedras semi preciosas na expectativa de encontrar alguma gema rara.

Convicto disso, dediquei todo meu tempo nos estudos e análises de tema vários mas, os resultados não eram animadores. Os resultados falavam e de uma certa maneira explicavam o tema analisado, mais as frases eram quebradas e o texto final eram imperfeitos.

Despendi muito tempo, tentando explicar a mim mesmo o porquê disso e teci as seguintes considerações a partir desses dados:

O nosso idioma possui 23 letras e nã usa o W nem o K.

Acrescentei o W e o K e o problema continuou o mesmo: a falta de palavras que complementassem o teor da frase e a uniformidade do parágrafo ou da redação total. Decidi então não utilizar o W nem o K por não serem letras funcionais, mais sim ideogramas ou ícones. O W é o ideograma do satanismo e o K é o ideograma da Keter, a coroa da Árvore da Vida da Cabala. Em sendo assim o problema voltou as suas origens plasmada em um alfabeto de 23 letras, o da língua portuguesa.

Estava aborrecido mais não desanimado e mediante isso, resolvi não me preocupar com o problema e a continuar a trabalhar em análises de temas previamente escolhidos e um deles era Deus e o Evangelho.

Não sei porque com tantos temas para analisar escolhi Deus e o Evangelho.

Deus e o Evangelho é um soneto constituído de 9 estrofes e na oitava estrofe surgiu um problema; não havia como compor a mesma. O caso ou questão era este:

Para se obter o resultado da análise de um tema seguimos os seguintes passos.

1 – Usando as letras do tema, formamos outras palavras obedecendo o quantitativo de letras. Pode-se formar quantas palavras forem possíveis.

2 – Tendo o rol das palavras, forma-se frases e consequentemente um texto

Eis a oitava estrofe de DEUS E O EVANGELHO incompleta.

Não leve a DEUS dose de uso ou vela de ?…..(luz) ou lús ….??

Se enleve só, ouse e o DEUS DOS EVOS E EVOS É SEU.

E nas Novas Odes de DEUS lê, vê e ?…..(eduz) ou edús .??

Eduz ou Aduz = prove, testemunhe que; ou apresente provas ou testemunhos de que;

E agora?

No tema DEUS E O EVANGELHO não existe a letra Z e a Nomenclatura Gramatical da língua portuguesa não permite a permuta de consoantes e vogais de sons parecidos.

Como resolver o problema?

Eis a nona e a última estrofe do soneto DEUS E O EVANGELHO

Não alego os danos do Evangelho Velho e Elo;

Olhe a Nave Gelo, nela navego longe.

O Suado cego, o Aluno vesgo, Evo a Evo no desvelo velo…

Contrariando a Nomenclatura portuguesa, fiz a permuta das consoantes e apliquei as palavras lús e edús na estrofe e raciocinei sobre a mensagem da estrofe. E a mensagem inquestionável da oitava estrofe é esta:

Que você não precisa ofertar dádivas a Deus, apenas deve orar e que você prove, testemunhe ou teste o conteúdo da nona e última estrofe: Deus não está preocupado com os danos causados pelos credos religiosos a Humanidade e que na Eternidade cuida e vigia os Seres Humanos.

Para mim o recado da nona estrofe estava dado e entendido e o problema estava solucionado, a partir do momento em que testei vários temas com a mesma situação: a necessidade de se usar a permuta de consoantes e vogais, para poder se aplicar a palavra solicitada pela frase, para complementação do texto.

A nível da Nomenclatura Gramatical da língua portuguesa estes argumentos e provas jamais seriam aceitos e disso estava consciente. Mais se existisse a Nomenclatura Gramatical da Língua Brasileira e se suas regras e normas aceitassem a permuta de consoantes e vogais para o devido deslanche de frases, textos e raciocínios?

Mais não existia essa Nomenclatura e segundo os eruditos batráquios desse Brasil, muito menos um Idioma Brasileiro.

Como desenvolver a Ciência Oaieme e provar a sua magnitude como um novo Conhecimento Humano, se não havia um embasamento sólido para ela, ainda mais que; seus cálculos lítero matemáticos também se mostravam incompletos?

O nosso alfabeto de 23 letras se mostrava impraticável para os cálculos lítero matemáticos e mediante isso entendi que a Ciência Oaieme necessitava de um alfabeto constituído de um certo número de letras, que permitissem se elaborar cálculos e resultados matemáticos precisos.

Depois de muito meditar sobre o problema, me veio a mente que os Magos, Alquimistas e Religiosos usavam os cálculos da Cabala nos seus aspectos matemáticos, geométricos, literários e o alfabeto que empregavam e empregam é o hebraico, constituído de 22 letras. Mesmo usando o Tarô os resultados ficam subjugados as possibilidades do pode ser ou do pode vir a ser.

É sabido e notório que a Cabala, seus métodos e os Credos religiosos são o embasamento primevo de toda a cultura do planeta mesmo em não sendo no seu todo confiáveis. Logo, se a Ciência Oaieme se equiparasse em igualdade de condições a Cabala e aos Credos religiosos, ela seria considerada apenas redundância de tais métodos.

No inicio de 2010 uma pergunta martelava meu cérebro todos os dias: Como aferir e o que pode aferir um Alfabeto com os quais se possa elaborar cálculos literários e matemáticos precisos? Existe alguma ciência ou método para esclarecer esta dúvida?

Claro que tal ciência ou método não existia, mais a resposta me veio no meio do ano.

Nessa época raciocinava e pesquisava sobre o Nada primordial ou seja, suas partições: o Nada Receptáculo e o Nada Conteúdo e as interações da Figura Fundamental em termos Geométricos, Matemáticos, Metafísicos e Filosṍficos.

Ora, a Figura fundamental se desdobra em duas partições: os Micro Universos involuindo em progressão a partir de um ponto de referência e os Macro Universos evoluindo em progressão a partir de um ponto de referência.

Note-se que um Micro Universo pode ser um referencia Macro Universal para um outro Micro Universo infinitamente menor e esta lei se aplica também aos Macros Universos.

Como já tinha o conhecimento do valor matemático da Figura fundamental em termos Microcósmicos e Macrocósmicos resolvi realizar uma metafísica operação de cálculos sobre o Alfabeto hebraico e o da língua portuguesa.

O alfabeto hebraico = 16,363636364

O alfabeto da língua portuguesa = 15,652173913

O alfabeto ideal = 15

O problema estava resolvido; o Alfabeto ideal para a Ciência Oaieme teria que ter 24 Letras.

Mais que letra teria que adicionar ao alfabeto?

Depois de muitas experiências, decidi pelo Y por considerar o seu som presente na maioria dos nossos Idiomas Indígenas.

Mais como tornar oficial o Alfabeto? Como oficializar um Idioma? Como oficializar sua Nomenclatura Gramatical? E a Ciência Oaieme o que fazer para respaldá-la.

As festas de Natal de 2011 se aproximavam, então tive uma ideia; as repartições públicas em Portugal e no Brasil nesta época estão mais envolvidas com os festejos do que com suas responsabilidades burocráticas e como a repartições de Direitos Autorais no Brasil estão sempre apinhadas de autores solicitando registro de suas obras, em Dezembro de 2011 entrei com o pedido de registro do Idioma Brasileiro Livre.

Em 24 de Janeiro de 2012 foi lavrado o Alvará de Registro do Idioma Brasileiro Livre.

Queiram ou não os Governos e as Elites Portuguesas e Brasileiras; o Idioma Brasileiro Livre existe, sua Nomenclatura Gramatical repudia normas e regras caducas da língua portuguesa e a Ciência Oaieme é uma realidade insofismável.

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**** Fim.

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