01. ANÁLISE DO TEMA

Por J B da Silva

A Ciência Oaieme tem a propriedade de extrair de qualquer Tema analisado; seus abscônditos segredos, resguardados e velados pelo próprio título do Tema.

Vejam bem que; apenas um parágrafo trata especificamente do titulo DEUS E O SÉCULO VINTE UM. No entanto, para que este parágrafo tenha realmente sua função informativa, vários parágrafos foram escritos para embasar o mesmo e suas informações ou seja: as informações de tal parágrafo é o somatório de todas as informações obtidas do passado, e este somatório determinará as ações da Humanidade no futuro presente ou que já está a bater às portas.

02. QUADRATURA DO TEMA

seculo vinte e um03. PALAVRAS ENCONTRADAS NA QUADRATURA

Exercite sua mente procurando na quadratura as palavras que formam o texto ou resultado final.
****
OBS: Todas as palavras do texto serão encontradas dentro da quadratura e todas as palavras possíveis que podem ser formadas com as letras da quadratura compõem o teor ou forma do texto ou Resultado.

Muitas palavras que estão na quadratura, propositadamente não foram utilizadas. No entanto elas poderão se usadas, enriquecer o texto ou resultado final com novas informações. Este exercício é um desafio a sua competência.
****
04. RESULTADO

Este é o Estóico, e Douto Documento de envido ao estudo deste violento e tenso Mundo e dos eventos de seu destino no Século Vinte e Um e nele; incluso em módulos, se lê ou se vê os Éditos, os Vetos e Leis do DEUS DOS DEUSES DOS EVOS E EVOS E UNO.

Sou um Semideus no Eliseu de D*E*U*S* nos Evos e Evos, Edil de Leis e edito Leis, Vetos e Éditos dos Céus, neste Novo Mundo de D*E*U*S* e te conto sem meneios tudo isto:

É noite nos eitos do ecúmeno Éden.

Silente e sédulo, no seu modesto estúdio, dileto Enteu e docente no estudo dos Mitos, do Deísmo e do Ocultismo, ouve dos Evos e Evos do Cosmos odes de doce enlevo ou vê e lê o sentido oculto do enleio e envesso dos Compêndios e Tomos de conteúdo lúdico deste inculto Novo Mundo. E eu o estimulo e o endosso no estudo dos Métodos do “”Tecno Estudo””.

Só o meticuloso vidente de mente, tino e senso sutil como ele ouve os “ ecos “ do Cosmos ou vê e lê o oculto sentido de tudo neste Novo Mundo de D*E*U*S*.

Nos Idos de Enoc ( Adão ), D*E*U*S* deu de tudo; Éditos, Leis, Sedes e Eitos em ecúmenos imensos e disse:

– Ide Enoc. Use Éditos e Leis, cuide de tudo e de todos, sede decente e te elevo Divo Eleito nos Evos e Evos dos Céus. Só te veto o incesto, o cio ou coito de modo néscio no cu e o uso de dose de suco escumoso de estimulo ou tedioso ócio.

Idos e Idos Enoc ciente de seus dons e dotes, solene louvou D*E*U*S* e os Céus.

Sem desvios, usou os Éditos e Leis, cuidou de tudo e de todos, evitou o uso do incesto, declinou do deleite do cio ou coito néscio no cu e se escudou do uso de doses de suco escumoso de estimulo ou tedioso ócio.

Do oculto dos Evos e Evos dos Céus, veio o Demônio imodesto em meneios e incute em Enoc o envide:

– Enoc, o D*E*U*S* te deu de tudo, de tudo és dono. O D*E*U*S* é um Deus sisudo e violento; os doces deleites deste Novo Mundo te vetou. O D*E*U*S* me é êmulo. Ouve este Deus: nos teus Eitos, Domos e Sedes, no desvelo me louve e cultue meus ícones e veste meus ídolos de tule e veludo e te doto do Lúdico Estudo ( Tarô ) onde se vê ou se lê o destino dos teus e deste Novo Mundo e se te é estimulo de cumulo de dons e dotes de semideus e te endosso o uso do incesto, o cio ou o coito néscio no cu e o uso de doses de suco escumoso de estimulo ou tedioso ócio.

E o díssono Enoc de tino duo e denso, mente de suíno, se desviou de D*E*U*S* e dócil, em culto imundo se deu e louvou o demônio. O D*E*U*S* nos Evos e Evos dos céus usou seu Eu; viu e sentiu o evidente enleio e dolo de Enoc, me instou e disse:

– Ide meu Semideus, use teus Dons do Eu, selecione neste Novo Mundo meu; os lotes e eitos nos ecúmenos de Enoc e de seu Deus do Ócio, lese e detone tudo e só evite o dolo nos deste D*E*U*S* e nos meus Entes Nus.

Sele o Edem e Enoc se mude com os seus.

E Eu, usei os dons de meu Eu e vindo no seio do Éden vi o vulto de Enoc, e Enoc com medo se escondeu nos ocos dos montes no meio do Éden e de susto soluçou, Eu o ouvi e nem dó senti e selei seu destino e a sina e a senda dos seus e disse:

– Enoc neste Éden de D*E*U*S*. és só doesto e dolo! Se desuse desse Éden e some do meio dos de D*E*U*S* e leve os seus. Se és súdito do demônio, teu destino e doce dote é o decesso.

E Enoc levou os seus e se vestiu de tédios sem lotes e sem eitos nos ecúmenos imensos neste Novo Mundo de D*E*U*S*. E como D*E*U*S* o sentiu sécio e no desvio de seus Éditos o olvidou em um mundo ou túmulo de decesso nos ocos do oculto dos Evos e Evos do Cosmos.

Séculos e séculos neste Novo Mundo se sentiu o olvido de D*E*U*S* e com medo de um destino sem sentido Noé, Edil de Edis e douto no ocultismo no seio dos netos de Enoc, temendo o destino dos seus ideou novos eitos, sedes e lotes no seio do Eden e invocou D*E*U*S*.

E D*E*U*S*, nos Evos e Evos dos Céus escutou Noé e de dó dos Seus, dos de Noé e dos Entes Nus, dos sem eitos, dos sem sedes e sem Messe cedeu e disse usando seu Eu no sono de Noé:

– Ide Noé, use éditos e Leis, cuide de tudo e de todos, evite os dolos de Enoc e Eu doto os teus de um Divo e Celeste Eleito e um novo Éden e te endosso e te elevo Semideus no meu Eliseu nos Evos e Evos do Cosmos.

Idos e Idos Noé cuidou de tudo e de todos e se sentiu um Semideus.

Do oculto dos Evos e Evos dos Céus, veio o Demônio imodesto em meneios e incute em Noé o envide:

– Noé, o D*E*U*S* te deu de tudo, de tudo és dono. O D*E*U*S* é um Deus sisudo e violento; os doces deleites deste Novo Mundo te vetou. O D*E*U*S* me é êmulo. Ouve este Deus: nos teus Eitos, Domos e Sedes, no desvelo me louve e cultue meus ícones e veste meus ídolos de tule e veludo e te doto do Lúdico Estudo ( Tarô ) onde se vê ou se lê o destino dos teus e deste Novo Mundo e se te é estimulo de cumulo de dons e dotes de semideus e te endosso o uso do incesto, o cio ou o coito néscio no cu e o uso de doses de suco escumoso de estimulo ou tedioso ócio.

O culto imundo de ícones e ídolos em eitos, sedes e domos do Demônio, o uso de doses de suco  escumoso de tedioso ócio, o cio ou coito néscio no cu e o Lúdico Estudo do Destino violou os Éditos e Leis do D*E*U*S* e como o tolo e díssono Enoc, o demente e vil Noé, de mente senil, no seu leito, em cio e coito mútuo e néscio usou os dons rudes de seu Eu senil.

E o díssono Noé de tino duo e denso e mente de suíno se desviou de D*E*U*S* e dócil, em culto imundo se deu e louvou o demônio. O D*E*U*S* nos Evos e Evos dos céus usou seu Eu; viu e sentiu o evidente enleio e dolo de Noé, me instou e disse:

– Ide meu Semideus, use teus Dons do Eu, selecione neste Novo Mundo meu; os lotes e eitos nos ecúmenos de Noé e de seu imodesto Deus do Ócio, lese e detone tudo e só evite o dolo nos deste D*E*U*S* e nos meus Entes Nus. E o meu Divo Ente e Enteu eleito no seio dos Entes Nus use o som e os ecos do SI e moleste, tisne e tese os ecúmenos de Noé e do seu imodesto Deus do Ócio.

Sele o Edem e Noé se mude com os seus.

E Eu, usei os dons de meu Eu e vindo no seio do Éden vi o vulto de Noé, e Noé com medo se escondeu nos ocos dos montes no meio do Éden e de susto soluçou, Eu o ouvi e nem dó senti e selei seu destino e a sina e a senda dos seus e disse:

– Noé neste Éden de D*E*U*S*. és só doesto e dolo! Se desuse desse Éden e some do meio dos de D*E*U*S* e leve os seus. Se és súdito do demônio, teu destino e doce dote é o decesso.

Idos e idos esse Novo Mundo de D*E*U*S* e Divo Ente no seio do Céu, evitou o uso dos Éditos do Deus do Ócio e de ódio dos delitos de Noé muito suou e isso detonou e lesou muitos eitos, lotes e sedes em todo os ecúmenos.

O Deus do Ócio sentiu os eventos e secundou Noé seu seleto sócio; deu um molde de veiculo e Noé moldou um veículo onde se meteu com os seus.

Idos e idos esse Novo Mundo de D*E*U*S* o luto e o medo vestiu os Ecúmenos e D*E*U*S* de dó dos Seus, dos Entes Nus e dos de Noé cedeu; o Sol veio e o vento de estio tudo secou.

E de novo os de D*E*U*S*, os Entes Nus e os de Noé veem os imensos Ecúmenos desse Novo Mundo de D*E*U*S*.

Noé violou os Éditos e Leis de D*E*U*S* e selou o seu destino; o olvido em um mundo de decesso nos ocos do oculto dos Evos e Evos do Cosmos onde o dolo e o delito o violou e o emudeceu. E de novo séculos e séculos o Mundo envolto no tédio sentiu o olvido de D*E*U*S*.

Dos eitos dos ecúmenos do Nilo veio Moisés. Vidente sutil, douto em Leis e Éditos, docente no estudo do ocultismo e devoto do Demônio, vendo os incultos netos de Enoc e Noé e o Novo Mundo sem destino, muito meditou e ideou um Mundo Novo e seu. De tino violento e sedento dos deleites deste Mundo, no cume de um monte se ocultou, onde estudou no conteúdo de compêndios os Mitos e costumes dos netos de Enoc e Noé. Ciente de tudo, louvou e evocou o Demônio um mês em culto imundo no oco do monte onde se ocultou.

O Demônio de ouvido sutil tudo escutou e no seu veículo; um disco ovóide em nuvem envolto, desceu no monte onde Moisés o louvou e evocou e Moisés o vendo sentiu medo.

O demônio sentiu o medo de Moisés e o instou:

– Sou todo ouvidos Moisés. E se sente medo e me vendo me teme, nem te escuto e me vou!

Moisés se conteve, sentou num toco e disse:

– Me endosse e me cumule e me dê estimulo e meios e eu domo este Novo Mundo de D*E*U*S*, os netos de Enoc e Noé e olvido os Éditos e Leis de D*E*U*S* e os Céus eu desminto.

O demônio ouviu Moisés e o sentiu devoto, sédulo e dileto súdito e em meneios disse:

– Moisés se escude em meus éditos e leis e eu te educo nos dons e dotes de um semideus. Ide Moisés, convide em nome de D*E*U*S* os netos de Enoc e Noé e vem com eles de noite nos eitos deste monte.

Do cimo do monte eu os emudeço e os domestico com meus métodos e incuto neles o medo deste teu Deus e sócio.

O vil e imundo Moisés se sentiu um semideus e enteu. Desceu do monte e com sutil método convidou os netos de Enoc e Noé e visto isto, os ilude e no seio deles contou:

– Estive no cume do monte onde nos idos de Enoc e Noé se louvou D*E*U*S*. E no oco do cume do monte eu louvei D*E*U*S* um mês e ele me escutou e veio no seu veiculo celeste e desceu no monte e do seu veiculo, um disco lindo como o Sol me disse: – “ Moisés você me louvou e eu te senti um devoto súdito. Ide, leve teus Edis e une todos em meu nome. Os netos de Enoc e Noé, os sem Eito ou Messe e os donos de Eito ou Messe em todo este Mundo”. E os incultos netos de Enoc e Noé temendo o olvido de D*E*U*S*, silentes ouvem Moisés e em culto solene, o investem Edil dos Edis, vestido de tecido de veludo e envolto em véus de tule no meio de lindo dossel. O evento se deu nos eitos do monte onde se louvou D*E*U*S* nos Idos de Enoc e Noé e Moisés neste evento, se sentiu o dono do destino de tudo e de todos e o Divo e Celeste eleito deste Novo Mundo.

Ciente de seu destino, Moisés se escondeu e só voltou de noite. E no meio do dossel contou:

– Sentei no leito e o sono me veio. E D*E*U*S* me veio no sono e me disse “ – Senti os netos de Enoc e Noé devotos súditos. Ide Moisés no cume do monte e eu te dou novos Éditos e Leis e os netos de Enoc e Noé os usem e você com eles domine este Mundo de tolos..”

Moisés ciente do medo dos netos de Enoc e Noé disse:

– O D*E*U*S* é sisudo e violento. Eu venci o medo dele e vou no cume do monte. E eu vou só. Louvem unidos o D*E*U*S* em culto no desvelo e docilmente e eu volto com os Novos Éditos e Leis. Eles, é o doce dote de vocês. E os incultos netos de Enoc e Noé ouvindo ecos, sons e silvos vindo do cume do monte, no medo e no susto, temendo o veto e o olvido do D*E*U*S*, nem discutem e silentes ouvem Moisés.

No cume do monte, o Demônio e Moisés discutem, e tecem teses e do mutuo estudo, Novos éditos e Leis se coletou e o destino do Novo Mundo de D*E*U*S* e dos netos de Enoc e Noé se selou.

O Demônio leu os documentos em módulos e disse:

– Todos estes Éditos e Leis é de teu uso e dos netos de Enoc e Noé.

Todos sentem medo de ti. Use meus Éditos e Leis e conte todos em censo e colete deles meio siclo dos sem eito, messe ou sede e um siclo dos donos de eitos, messe e sedes. Este é o custo do meu desvelo. O teu dote esconde no oco dos montes e com meu dote lote de tudo os domos e sedes onde se louve meu nome e meus lindos ícones e ídolos.

O teu dote e o dos teus é meio siclo e o meu é um siclo.
Ide Moisés, este Novo Mundo de tolos e vencidos é nosso!

O imundo Moisés se sentiu um Semideus e Enteu; desceu do monte e com sutil método sentou no meio do dossel solene de eventos, leu os Novos Editos e Leis e contou:

Eu estive com D*E*U*S* no cume do monte e ele nos deu os Novos Éditos e Leis. Como somos seus devotos súditos, somos donos dos Éditos e Leis e o leme deste Novo Mundo é nosso e esse item tem sentido; o desvelo de D*E*U*S* e o culto em sedes, domos e eitos tem custo. E o custo disto tudo se colete em censo do domestico, do sem messe ou eito e do eunuco meio siclo. Do dono de sede, eito ou messe e dos edis se colete um siclo.

Do monte se ouviu sons, silvos e ecos. E os incultos netos de Enoc e Noé temendo o veto e o olvido de D*E*U*S* ouvem Moisés e nem discutem os Éditos e Leis.

E os donos de messe, sedes, eitos, domos, edis, eunucos e domésticos e os sem messe, eitos ou sedes se contou de um em um e se lotou os coités de Moisés e de seus Edis de siclos e meio siclos.

Séculos e séculos este Novo Mundo sentiu o olvido do D*E*U*S* e se vestiu de tédios.

E D*E*U*S* nos Evos e Evos dos Céus vendo este Novo Mundo seu envolto em dolo e sem consolo, de dó dos domésticos, nus, doentes, eunucos e dos sem messe, sedes ou eitos enviou seu Divo e Celeste Eleito. O Escol de seu Eliseu e este Divo e Celeste eleito veio neste Novo Mundo no seio dos netos de Enoc e Noé.

De modo doce e sem meneios, indo e vindo nos eitos e lotes dos ecúmenos dos netos de Enoc e Noé, o Divo e Celeste eleito medicou o dono de messe e o domestico, o edil e o eunuco, o demente e o sem messe ou eitos e educou muitos netos de Enoc e Noé nos Estudos Estóicos dos conteúdos dos Éditos e Leis de D*E*U*S*.

Edil e devoto do Demônio, vendo como o Divo e Celeste Eleito usou seus dons e dotes e medicou néscios e doentes e louvou D*E*U*S*, lesto indo no seio de seus Edis e disse:

– O Divo e Celeste Eleito usou seus dons e dotes e medicou muitos dementes, doentes e néscios e de modo sutil desmentiu os Éditos e Leis de nosso Deus e de Moisés. O dono de sede ou messe, o eunuco, o domestico, o sem sede ou messe, o néscio e o demente o tem como Semideus e isto se disse no meio deles “ – O D*E*U*S* nos enviou um Divo e Celeste Eleito e ele é o Edil dos Edis deste Mundo.” Este Divo e Celeste Eleito nos é doesto e desmentiu e desmente os Éditos e Leis do nosso Deus e de Moisés.

Consultemos o nosso Lúdico Estudo do Destino. E um dos Edis, douto no ocultismo e vidente consultou o Lúdico Estudo do Destino e disse:

– O nosso Lúdico Estudo do Destino dis: “ – Se imole de modo violento este Divo e Celeste Eleito no cume de um monte em nome de nosso Deus e de seus ídolos e ícones ou neste Mundo o dote e destino de vocês é o decesso e o dolo. ”

E no Domo e Sede dos Edis dos netos de Enoc e Noé de modo violento se molestou o Divo e Celeste Eleito e nos eitos onde se usou como solo ou túmulo e destino dos loucos, doentes, dementes, sem messe ou sede e eunucos, no seu meio, no cume de um monte se imolou de modo violento o Divo e Celeste Eleito e ele incólume e mudo, nem desmentiu nem denotou medo dos violentos netos de Enoc e Noé. No luto e de dó do Divo e Celeste Eleito o Sol se escondeu no Céu e o D*E*U*S* dos Evos e Evos do Cosmos disse:

– Este Novo Mundo Meu é tedioso e só tem imodestos Edis. Se lese Idos e Idos este Novo Mundo sem meus Éditos e Leis e sem um Divo e Celeste Eleito.

Neste Século Vinte Um, o D*E*U*S* nos Evos e Evos do Cosmos vendo neste inculto Novo Mundo Seu; os sem messe ou eitos, os sem domos ou sedes, os eunucos e os dementes., o doentes e os senis, os loucos e os sem visão sem destino e lesos me instou e me disse:

– Este Novo Mundo Meu se consome de tédios sem leme e sem destino. Ide meu Semideus e inste o meu devoto Edil de Leis, dileto Enteu e docente no estudo dos Mitos, do Deísmo e do Ocultismo, e nos Eitos dos ecúmenos de Meu Edem ( Brasil ) ele edite meus Estóicos Éditos, Leis e o Tecno Estudo.

Nesse Século Vinte Um, uso os dons do meu Eu e de noite, levito no Céu e no sono do Dileto Enteu e o educo nos Éditos, Leis e no Tecno Estudo e seus Métodos.

E um dos conteúdos dos Estóicos Éditos de D*E*U*S* é este: 

“” Desove o Sol no solo, o NOVO OVO e NOVO ÓVULO. E do NOVO OVO e do NOVO ÓVULO o solo ove o novo dono de messe ou sem messe, o edil ou domestico com mente e senso decente e no desvelo se cuide dos néscios, do dementes, do loucos, do doentes, do idosos, dos moços e dos tenros netos.

E se desmonte neste Mundo os Domos e Sedes do Demônio, o seu culto imundo e o Demônio e seus loucos edis se lesem no dolo e no decesso dos túmulos nos ocos ocultos dos Evos e Evos do Cosmos e nem desconto o desvio de seus súditos.

E D*E*U*S* disse :

– Eu vos envio de novo o meu Divo e Celeste Eleito, o Escol do meu Eliseu nos Evos e Evos do Cosmos. E nos Eitos ecúmenos do Sul deste Novo Mundo Meu ( Brasil ), Eu monto o Novo ÉDEN no Século Vinte e Um !

****Se és de D*E*U*S*, estude, medite, use seu Eu, se dê em messe, eitos e sedes e este Mundo e o Eliseu de D*E*U*S* nos Evos e Evos do Cosmos, te é o doce dote!*
****
Cumula – dar, conceder
Decesso – morte, rebaixamento em termos morais
Dissono – desarmonioso
Dileto- preferido, querido
Divo – divino
Deísmo -doutrina que recusa toda revelação divina e a autoridade de qualquer igreja
Dolo – má-fé, logro
Doesto – injúria, injurioso
Estóico – austero, rígido
Envido – provocação
Evos e Evos – a eternidade
Ecúmeno – área habitável, regiões
Enteu – inspirado por Deus
Enleio – enredo, trama
Êmulo – rival
Envesso – o adverso oculto, o lado mau
Lúdico estudo – Tarô
Meneios – ardis, astucias
Néscio- estúpido, tolo
Olvido -esquecimento
Sédulo – ativo, cuidadoso
Sisudo – sério
****
A Ciência Oaieme e seus métodos não obedecem as normas da Nomenclatura Gramatical da Língua Portuguesa mais a do Idioma Brasileiro Livre.

Muitas palavras que estão na quadratura, propositadamente não foram utilizadas. No entanto elas poderão se usadas, enriquecer o texto ou resultado final com novas informações. Este exercício é um desafio a sua competência.
****
05. COMENTARIO

Certa vez, no seio de um grupo, uma pessoa pertencente a uma seita evangélica ventilou que os resultados da Ciência Oaieme, eram nada mais do que; um mero jogo de palavras.

Para não me tornar antipático, não fiz caso e ela mesmo direcionou a conversa para outros assuntos que eram de interesse do grupo.

No entanto alguns minutos depois, o grupo se desfez e uma outra pessoa me interpelou a respeito do assunto. Então eu lhe expliquei polidamente que os conteúdos bíblicos eram também um jogo de palavras, conceitos e preceitos expressados através de capítulos e versículos. Mais os resultados da Ciência Oaieme, eram elaborados a partir de cálculos e manipulações matemáticas ao se analisar algo pertinente ao conhecimento Humano.

E que qualquer capítulo ou versículo da Bíblia pode ser analisado pela Ciência Oaieme, mais nenhum capítulo ou versículo da Bíblia pode analisar a Ciência Oaieme. Pelo simples fato de que; a Biblia não é uma ciência matemática exata mais a Ciência Oaieme o é.

Simplesmente a pessoa disse;

-Pode ser verdade e até desconfio disso. Mais me recuso a crê nisso; pois estaria desmentindo oito mil anos de história escrita e falada e minha fé.

-Em Deus? Ou nos preceitos e conceitos da sua religião?

Como ele estava impactado e era evangélico lhe disse me despedindo:

-OU segues a Bíblia ou segues Deus. A dois senhores não podereis servir porquê um deles te punirá.

A grande verdade é que a Ciência Oaieme vai provocar uma revolução no interior dos templos e dentro das escolas. Porque ela é o Repositório Mágico das Inteligências Múltiplas.

****

Saiba +

**** O olho que dizem que tudo vê, olha o Mundo e não me enxerga pois no Ontem não era, no Hoje não é e no Amanhã nunca será. No entanto Eu olho o Mundo e o olho que dizem que tudo vê: Eu o vejo e o enxergo pois no Ontem Eu era, no Hoje Eu sou e no Amanhã sempre serei porquê na Eternidade das Eternidades, Sou Um de D*E*U*S*.
****
**** Eu vim, vi e venci e nem “eles” me viram nem tu me viste.
**** Um abraço a todos, até o próximo artigo e Inté.
**** Independência ou Sorte. O Aedo do Sertão
****Fim.