Por JB da Silva

Mais afinal de contas, qual é a origem da Árvore da Vida ou da Cabala?

Até os dias atuais ninguém tem conhecimento da origem real da Árvore da Vida, nem os próprios judeus. Mais ela está incrustada por tradição na Cabala, o secreto tesouro metafísico, hermético, cultural e religioso dos judeus. Sendo que o que se sabe da Árvore da Vida e da Cabala são apenas os aspectos exotéricos de suas regras que mesmo assim são de difícil entendimento para o homem comum quer sejam judeus ou não.

Uns tem como informação dúbia, porém outros acreditam que Melquisedec, rei de Salém, atual Jerusalém repassou os conhecimentos originais para Abraão que depois de iniciado chegou a conclusão de que; da fonte criadora de Deus, o Criador poderia sobrevir revelações e manifestações que não poderiam ser usadas como oponentes a obra do próprio Criador e isso se tornou convicção de Abraão.

Apesar dos judeus, cristãos, católicos, evangélicos e outros grupos que seguem as normas e regras da Bíblia não aceitarem criticas, desafios ou questionamentos a seu conteúdo ou aos da Cabala ,necessário se faz uma análise do parágrafo anterior.

Entendemos que Deus, o Criador é Intangível, inescrutável e infalível, logo não poderá temer oposição, confrontos ou retaliações do homem, talvez sua ideação maior. Ou não souberam os mestres da Cabala interpretar o raciocínio de Abraão ou o seu Deus é tangível, perscrutável e falível.

Fico com a segunda hipótese por considerar a Cabala como quase ciência e isto é demonstrado através desta obra. Esse quase que falta a Cabala, é o que sobra a Ciência Oaieme.

O Zohar ou Midrash assim como o Sepher Jetzirah atribuído a Abraão são o embasamento primordial de qualquer obra cabalística conhecida e isto está explícito em qualquer obra que trata do assunto Árvore da Vida e Cabala. Porém, se Abraão é o fundador da Nação hebraica e seu natural ideólogo, temos como resposta o seguinte:

Ur já estaria em decadência e naturalmente não oferecia mais segurança a clã de Terá pai de Abraão fabricante de estátuas que tomaram o nome de terafins por causa de seu fabricante e como qualquer imagem pagã, eram ídolos. Se Terá era especialista em terafins, oráculos de Jeová, naturalmente sabia como utilizá–los mais nos escritos bíblicos não há referências de comunicações entre Jeová, Terá e Abraão em Ur. Convenhamos que em Ur, Terá devia ter um grande círculo de relacionamento entre os religiosos e a elite local devido a sua profissão e Abraão por força das circunstâncias familiares, obediência aos pais, costume muito forte entre os povos de antanho, devia orbitar a sua volta assim como desfrutar da cultura e conhecimentos esotéricos dos sumérios, mesmo por quê, ele também era um deles.

Os escritos bíblicos em Gêneses.11 apresentam o rol dos ancestrais de Abraão mais não existe uma informação sobre em qual região os antepassados de Abraão viviam. Então só podemos situá–los na própria Mesopotâmia o que significa que os ancestrais de Abraão eram caldeus, acádios e os remotos sumérios. Considerando que a cultura dos caldeus e acádios era eminentemente Suméria com algumas alterações se entende que tais conhecimentos Abraão repassou aos judeus ainda mais que nunca abjurou a cidadania de Ur, ou seja a Suméria.

Na Idade Média, saindo de um esquecimento de séculos a Cabala surge, é ensinada, divulgada e o diagrama da Árvore da Vida se torna conhecido tendo como palco a Espanha no período áureo da influência árabe–judaica em que pese os aspectos conflitantes de tais culturas na região. Nesse mesmo momento, Roma se sentia enfraquecida pois as novas idéias vindas do Islan e do Judaísmo através de suas próprias universidades, que deixavam todo o seu corpo clerical num crescente desconforto. Tomás de Aquino encontrou a solução para o problema estudando o judaísmo, combinando os trabalhos cabalísticos de Dionísio o Aeropagita com os raciocínios de Aristóteles e embasou um tipo de teologia que veio a ser incorporada as diretrizes de ensino de Roma.

De tais conceitos cabalísticos ideados por Tomás de Aquino nasceram as nove ordens hierárquicas da Igreja.

Em que pese nos dias atuais a admiração e o estudo das culturas do Oriente, especialmente a Egípcia e a Suméria, são os ideais hebraicos que mais contribuíram para a formulação dos códigos morais e religiosos do homem moderno.

Enquanto os credos orientais promovem negação do «Eu» considerando a personalidade como algo subordinado, as práticas da fé na cultura hebraica dão ênfase a personalidade talvez considerando que o Ser Humano é imagem e semelhança de seu Deus , Pai e Sóter. Sendo a paternidade de Deus um fato concreto e inquestionável o que se contrapõe as doutrinas orientais que negam a existência de um Ser Supremo e ser Deus apenas, um princípio cósmico.

O conceito de inquestionabilidade desse Deus, como Pai e Sóter na religião hebraica é muito forte e no cotidiano de um povo presumidamente eleito por ele, sua participação ativa é como Criador, Mentor, Autor, Ator e Juiz dos atos ou episódios da história desse povo e isso é demonstrado através dos relatos de suas escrituras e anais.

Diferenciado do Pensamento Oriental, eminentemente cosmopolita, o Pensamento Hebraico embasa e tem enorme influência no desenvolvimento religioso, político, econômico e social do Ocidente. Embora o conceito de povo eleito alardeie ideais universais, a bem da verdade, na prática e de fato vivenciam um tipo de nacionalismo ardente, xenófobo sem similitude em qualquer cultura do planeta.

Esse sentimento, que denuncia a intenção de implantação de uma pátria hebraica universal, sobrevive no seio do povo hebreu desde os idos de Moisés e aciona os mesquinhos instintos de seus herdeiros diretos; ingleses e americanos, os pressupostos ou reais senhores dos destino de toda a Humanidade pelo menos, por enquanto.

Na religião hebraica o pecado é visto como rebeldia ou um desafio as prerrogativas de seu Deus logo, é passível de castigo e o pecador terá de se humilhar perante seu criador.

Nas religiões orientais no entanto, o pecado é considerado em termos gerais como frutos da ignorância.

Na religião hebraica se postula que o ser humano pode moldar seu destino, isso significa um ideal maior de liberdade pois uma possível vítima do azar pode idear a sua boa sorte. Mais isso é só mera retórica pois nem mesmo o pressuposto povo eleito exerce essa tal liberdade, quer seja a nível individual ou coletivo.

Segundo alguns eruditos, mestres dos clássicos e renomados escritores esotéricos, os mentores da religião hebraica parece que encontraram o seu Deus no seio dos medianitas – cineus, tribo nômade que mantinha contatos com os hebreus e provavelmente Jeová era apenas um deus da fertilidade e habitava vulcões em atividade.

Porém os escritores esotéricos vão mais longe, acreditam que Jeová era apenas um gênio tutelar, sequer um espírito planetário, pertencente ao grupos dos espíritos superiores dos elementos e Espírito do povo de Israel. Esse autor porém muito mais longe vai a partir da análise do avesso dos conteúdos bíblicos e os resultados do trabalho de pesquisadores insuspeitos sobre as civilizações que precederam a civilização hebraica.

Apesar de ser um Deus de patriarcas, Jeová era ou é um Deus de rudes atos e seu nome foi revelado pela primeira vez a Moisés. Ninguém poderia vê–lo e quem o visse teria de morrer. O homem não poderia conhecer a sua essência, apenas sentir as suas manifestações. Moisés ensinava que ele era diferente dos homens, era super humano e controlava raios e trovões e era implacável com os que o ofendiam, especialmente os inimigos de seu povo eleito. Na concepção de Moisés Jeová era o Deus da guerra pois se deleitava com a morte de seus inimigos.

A relação entre o povo hebreu e Jeová foi respaldada pela aliança que lhes garantia poder e prosperidade desde que, o adorassem sem desvios. Na condição de membro de povo eleito, o cidadão hebreu tinha como certo um destino especial o que lhe dava condições de olhar outros povos e nações com seu peculiar ar de superioridade.
Os profetas bíblicos não tinham as mesmas concepções sobre Jeová. Amós o considerava o severo postulador dos ideais éticos e morais, Ezequiel o achava um juiz imparcial, Isaías alegava que ele era o imperioso regente de raças e nações, para Jeremias ele era o pai de plenos poderes que conhecia os objetivos e motivações de seus eleitos e para Deutero–Isaías ele simplesmente era o salvador. Porém em um ponto eles concordavam, o ideal maior do povo hebreu era a seu julgamento, pois se consideravam responsáveis por conduzirem raças e nações pêlos caminhos de uma pressuposta retidão.

Oriente Médio, mais ou menos 3800 aC.

De repente, do nada, como se emergisse de um procedimento mágico, surge uma civilização no Oriente Médio, a Suméria. Esse processo civilizatório foi a molécula primordial de todos os outros processos civilizatórios de nosso mundo após o dilúvio. Da mesma maneira como surgiu, também desapareceu, mais sua cultura, sua ciência e seus postulados filosóficos e religiosos se eternizaram através das raças e nações circunvizinhas.

Em 1956, o prof., Samuel N. Kramer, um dos grandes sumeriologistas do nosso tempo, reviu o legado literário encontrado sob os montes da Suméria. O índice do conteúdo do livro ( From the Tables of Summer/ Das Barras da Suméria) é uma autêntica jóia, uma vez que cada um dos 25 capítulos relata uma estréia Suméria, incluindo as primeiras escolas, o primeiro congresso, com duas assembleias, o primeiro historiador, a primeira farmacopeia, o primeiro almanaque do agricultor, a primeira cosmogonia e cosmologia, o primeiro Jó, os primeiros provérbios e ditos, os primeiros debates literários, o primeiro Noé, o primeiro catálogo de biblioteca, e a primeira Idade Heroica do Homem, seus primeiros códigos de leis e reformas sociais, sua primeira medicina, agricultura e pesquisa para a paz e harmonia universais. E nada disso é exagero ( 2) 2 –Zecharia Sitchin, O 12 º Planeta – pg. 50 /1978

Observa–se nos textos sumérios, uma maior riqueza de detalhes e informações apesar de sua inegável antiguidade em relação aos textos bíblicos devido ao fato de que; quando o povo hebreu ainda era formado por nômades tribos, a civilização Suméria já havia se diluído a séculos.

No Éden Sumério, talvez mais rico, contradizendo as poucas informações do textos bíblicos, uma verdadeira legião de deuses é empregada na elaboração do protótipo ideal do homem terreno e isso é narrado com riqueza de detalhes;

Mas, finalmente, alcançou–se o homem perfeito, aquele a que Enki chamou Adapa, a Bíblia Adão, e nossos estudiosos, Homo Sapiens. Este ser era tão semelhante aos deuses que um texto chegou a ponto de salientar que a deusa – mãe deu à sua criatura, homem, uma pele como a pele de um deus, um corpo suave sem cabelo, bastante diferente do hirsuto macaco homem.

Os textos sumérios detalham sistematicamente o processo de elaboração do protótipo humano onde os deuses sumérios se empenharam em ajudar cedendo a sua seiva divina, o sangue, a ponto do Deus Enki respondendo a uma convocação para tal empreendimento alegar que a tarefa seria fácil e isso nos chega a nós em rica estrofe:

Mistura a um âmago a argila
Do alicerce da terra,
Logo abaixo de Abzu–
E molda–o na forma de um coração.
Eu tomarei as providências conhecendo jovens deuses,
Que darão ao barro as condições corretas

Zecharia Sitchin, O 12º Planeta, pg., 319 /1978

E o Capítulo II do Gêneses na visão hebraica oferece esta versão técnica:
E Javé, Elohim, idealizou o Adão do barro do solo; E Ele soprou em suas narinas o hálito da vida, E o Adão tornou–se uma alma viva.

Capítulo II do Gêneses na versão católica oferece esta:
O Senhor deus formou o homem do pó da terra e insuflou–lhe pelas narinas o sopro da vida e o homem transformou–se num ser vivo.

Os textos mesopotâmicos, isto é, sumérios, acádios, babilônicos e assírios, são mais do que contundentes e detalhistas na descrição de todo o processo de criação do protótipo da criatura ideal, Adapa, o Adão Sumério e a descrição da contribuição feminina chega a ser apaixonante pois Adapa uma mistura de barro e sangue divino, foi gerado no ventre emprestado da Deus Ninki esposa do Deus Ea ou Enki (Jeová?)atestando pelo menos a nível histórico o primeiro trabalho de clonagem e inseminação artificial realizado na Terra. Ao ser apresentado, foi tão bem aceito pelos Deuses que eles pediram de imediato duplicatas. Está explícito que uma relação genealógica entre os Deuses e o homem estava criada e segundo os relatos mesopotâmicos, a produção sistemática de duplicatas machos e fêmeas se iniciou. E isso se contrapõe as informações conflitantes dos textos bíblicos ainda mais que; nota–se uma grande sinceridade nos relatos mesopotâmicos pois descrevem os erros, decepções e tentativas frustradas dos Deuses Sumérios na elaboração do protótipo do homem ideal até o seu acerto final.

Explicação do Capitulo I de Gêneses versão, hebraica:
Elohim criou o Adão à sua imagem – a imagem de Elohim Ele o criou. Masculino e Feminino Ele os criou.

Explicação do Capítulo I de Gêneses versão católica:
Deus criou o homem à sua imagem de Deus; criou–o à imagem de Deus; ele os criou homem e mulher

Explicação do Capítulo V de Gêneses, Genealogias de Adão versão hebraica:
No dia em que Elohim criou Adão, a semelhança de Elohim Ele o fez. Masculino e Feminino Ele os criou. E Ele abençoou–os, e chamou–os Adão No próprio dia de sua criação.

Explicação do Capítulo V de Gêneses, Patriarca Anteriores ao Dilúvio Versão católica:
Este é o livro das gerações nascidas de Adão. Quando Deus criou o homem, fê–lo à semelhança de Deus. Criou–os varão e fêmea, e abençoou–os., Deu–lhes o nome de Homem no dia em que os criou.

Segundos os textos bíblicos, Adão foi criado no sexto dia, no sétimo, Deus repousou. Em seguida, após o seu descanso Deus instituiu o Paraíso, o Éden conforme o relato do Capítulo II de Gêneses e após insuflar a vida em Adão determinou suas ações e responsabilidades no Éden e só aí então, sentindo que seu Adão necessitava de um auxiliar, num ato claro de clonagem, a partir de uma costela de Adão fez uma mulher, e lhe cedeu como companheira. Ora, mesmo a criação sendo realizada por um Deus de todos os poderes, haveremos de convir que entre o sexto dia da criação e a instituição do Éden, e um largo período de tempo transcorreu. Se Deus só deu vida a Adão já no Éden, o que foi feito do homem e da mulher criados no sexto dia? Segundo os textos bíblicos, Deus só tomou a decisão de fazer a mulher sentindo a solidão de Adão no Éden e isto está muito claro no Capítulo II de Gêneses.

Tudo indica que os textos bíblicos, são meras condensações dos inquestionáveis originais sumérios que são respaldados pêlos laudos técnicos dos extensos materiais bibliográficos arquivados nos centros de estudos e pesquisa, do mundo inteiro. Somado a isso, dados importantes devem ser demonstrados a partir da informação de dados científicos, esotéricos e religiosos e reconhecidos como confiáveis embora, a ciência não reconheça ao pé da letra, os esotéricos e religiosos.

18.000.000.000 a.C. surge a 1 ª Humanidade
700.000 antes da Idade Terciária: submerge a Lemuria
1.8 milhões de anos a.C. – 300.000 a.C. surge na África o Homo Erectus e gradativamente migra para a Europa e Ásia
1.000.000 a.C.– A 5ª Raça raiz se desenvolve( a nossa )
850.000 a.C. – A Atlântida submerge
700.000 a.C.– Evolui a partir de populações do Homo Erectus, o Homo heidelbergensis – África Europa250.000 a.C. – 30.000 a.C. : vive na Europa e Ásia o Homo Neanderthalensis
250.000 a.C. – 140.000 a.C. – Surge e se desenvolve na África subsaariana o Homo sapiens
120.000 a. C – vestígios de sua evolução
100.000 a.C – a partir da África o Homo sapiens se fixa na Europa e Ásia e coexistirá com o Homo Neanderthalensis
50.000 a.C. – Os primeiros humanos chegam a Austrália
40.000 a.C. – surge as primeiras ferramentas– Paleolítico superior/ Europa
25.000 a.C. – as primeiras Vênus (estatuetas femininas) são esculpidas na Europa
13.000 a.C. a 10.000 a.C. – eventos diluvianos
12.000 a.C. a 10.000 a.C. – Animais e plantas são domesticados
10000 a. C. – Primórdios da agricultura
9000 a C – As primeiras ocorrências do uso da metalurgia
8.500 a C – Jericó prospera como cidade
8000 a C. – agricultura organizada
7.000 a.C. – O cobre é utilizado em ferramentas
6500 a.C. – 5400 a C prosperidade da cidade de Catal Hüyük na Anatólia
6000 a. C – eclode na China a domesticação de animais e a cerâmica
6000 a.C. – ocorrência mais antiga de fundição de bronze na Mesopotâmia e no Oriente Próximo em 4000 a C.
6000 a. C – a irrigação surge na Mesopotâmia
5000 a. C – fazendeiros do Vale do Indo se estabelecem em povoados
5000 a. C. – A agricultura se espalha na Europa
4500 a.C. – O 1º templo da humanidade é construído em Eridu
4000 a.C. – A cerâmica começa a ser confeccionada na Amazônia
4000 a C. – primeiros assentamentos urbanos na Mesopotâmia
3800 a C. – o processo civilizatório Sumério se inicia
3500 a C. – a roda é utilizada na Suméria
3500 a. C. – eclodem as cidades estado na Mesopotâmia
3500 a C. – os sumérios utilizam a escrita pictográfica disseminando o seu uso pelo vale do Indo até o Egito assim como o estudo de matemática deixando legado para a civilização o sistema sexagesimal.
3100 a.C. – Menés unifica o Egito
3000 a. C – Surge as primeiras civilizações do Vale do Indo
2600 a. C . a 800 d. C. – Os maias definem seu calendário a partir do dia 11 de agosto de 3114 a. C
Os maias definem a órbita da Terra em 365,2421 dias
Os computadores a definem em 365,2422 dias
Os maias desenvolvem os cálculos matemáticos vigesimais
Os maias fazem o uso da roda
Os maias desenvolvem a astronomia, definem a órbita dos planetas, de suas luas, a referência entre os planetas, e sua posição em relação a Terra
Os maias definem a tabela de eclipses que identifica as ocorridas no passado e as que ocorrerão no futuro.
Os maias desenvolvem a escrita hieroglífica.
Os maias edificam suas cidades e constroem templos, pirâmides e estradas.
Os maias fabricam um tipo de papel com os quais confeccionam seus livros sanfonados.
Os maias desenvolvem e operam um sistema cronológico eficaz que os permite saber que sua recorrência só acontecerá após 374440 anos.
2500 a C. – 5 cidades no vale do Indo prosperam.
2500 a C. – Os sumérios empregam uma nova escrita, a cuneiforme.
2500 a C. – As cidades do Vale do Indo criam a sua escrita a partir dos pictogramas sumérios.
2400 a C. – os acadianos aperfeiçoam a escrita cuneiforme.
2371 –2230 a.C., Sargão I de Acádia após submeter uma a uma, as cidades Sumérias funda o 1º Império conhecido.
2200 a C. – apogeu de Ur berço da astronomia.
2100 a. C. – Stonehenge atinge seu auge.
2000 a C. – Inicio da cultura minóica em Creta.
2000 a, C. – Construção dos primeiros palácios em Creta.
1800 a C. – Abraão emigra de Ur e vai fundar a nação hebraica.
1750 a C. – Hamurabi funda o Império Babilônico.
1750 a C – Os sistemas legais babilônios são organizados por Hamurabi.
1500 a C. – Os gregos minóicos adaptam a escrita cuneiforme a sua língua.
1200 a.C. Moisés lidera os hebreus no Egito .
1200 a C. – surge a cultura olmeca no México.
1200 a. C – A maior pirâmide do mundo é construída em Cholula.
1000 a. C. – Davi unifica Israel e Judá.
1000 a .C.– os babilônios já dominavam os conhecimentos de previsão das eclipses lunares e o movimento dos astros.
1000 a. C– A agricultura se expande na América Central e do Sul.
900 a. C. – a cultura Chavin surge no Peru.
600 a.C. – Data lendária da fundação do Japão.
O Torá, a lei mosaica são cômputos do IV século a.C.
132 d. C. – Diáspora / dispersão dos judeus.

As datas e os eventos antes mencionados, embora não façam referências ao Dilúvio, são cômputos abalizados a nível oficial e fazem parte do conteúdo de mapas, enciclopédias, atlas e outras publicações que podem ser encontradas em qualquer livraria ou biblioteca pública. A partir desse material informativo o que se pode considerar é o seguinte:

1 – Confrontando tais dados com os fornecidos pelos históricos bíblicos e o calendário hebraico, verificamos que existe uma defasagem de 4235 anos entre os Primórdios da Agricultura cientificamente comprovados e a Data da Criação do Mundo segundo a Cultura Hebraica, que teria acontecido em 7 de Outubro de 3760 a.C. sendo que a agricultura se desenvolveu metodicamente em diversas regiões do planeta entre 10000 a.C. e 5000 a.C. E nesse período, pelo menos até hoje, não existe referências sobre a cultura hebraica.

2– Entre 9000 a.C. e 6000 a.C. se desenvolveu em várias regiões da Europa e do Oriente o uso da metalurgia e da fundição em bronze e nesse período não existe referências a cultura hebraica.

3– entre 8500 a.C. e 4000 a.C. cidades e povoados se desenvolveram no Oriente e nesse período não existe referências a cultura hebraica.

4– entre 4000 a.C. e 2000 a. C., vários acontecimentos importantes aconteceram no Oriente Médio mais não existe referências a cultura hebraica.

Segundo a literatura especializada e os anais bíblicos, as primeiras referências a cultura hebraica se dá quando Terá e seu filho Abraão por volta de 1800 a. C. migraram de Ur, na Caldéia e se estabeleceram com sua clã na cidade de Harã na terra dos hurritas. Harã foi construída com o propósito de assemelhar–se a Ur e seus cultos eram réplicas exatas dos cultos praticados em Ur. Segundo os anais bíblicos, o Senhor ordenou que Abraão deixasse Harã e se dirigisse para a terra que lhe destinara, a terra de Canaã.

Os anais são enfáticos em afirmar que Abraão partiu com sua mulher Sarai, Lot filho de seu irmão, os bens que possuíam e os escravos que haviam adquirido em Harã, chegando a Canaã, Abraão ergueu altar ao Senhor, percorreu toda a terra e se fixou em Negeb , mais como a fome grassava na região foi para o Egito por algum tempo e quando de lá voltou, se estabeleceu em Canaã e Lot nas planícies do Jordão logo, Abraão era rico senhor e chefiava uma clã pois o Capítulo 13 de Gêneses vers, 2 informa; Abraão era muito rico em rebanhos, prata e ouro. E o vers, 5; Lot, que acompanhava Abraão, possuía igualmente, ovelhas, bois, tendas. E o vers, 6: e a terra não era bastante grande para nela se estabelecerem os dois, porque os bens de ambos eram avultados. Nesse ponto, começa realmente a cultura hebraica pelo menos no Oriente Próximo, considerando que; o hebraico, língua semítica do ramo cananeu ( logo, ariana em essência) é hoje a língua oficial do Estado de Israel por iniciativa do Movimento Sionista no final do Século XIX.

O Império acádio fundado por Sargão I da dinastia Agadé, não durou muito tempo e de novo, ressurgiu o sistema Sumeriano de Cidade Estado. Em pouco tempo, Ur se torna um império dominador, mais organizado e estável do que o de Agade. Só que; as invasões estrangeiras, as desordens internas e uma invasão dos amorritas, povo semita do leste da Síria, destroçou o Império de Ur por volta de 2000 a.C.

Então temos para encetar raciocínios o seguinte:
Em 2000 a.C. Ur entra em decadência
Em 1800 a.C. Abraão e sua clã migram de Ur
Em 1750 a.C. Hamurabi funda o Império Babilôneo

Não há como situar a genealogia de Abraão em outro lugar a não ser na Mesopotâmia, na remota Suméria, mesmo não sendo assim, está claro que tanto Abraão como sua genealogia e sua clã foram educados a partir dos ensinamentos religiosos e leis Sumérios herdadas, assimiladas e usadas pelos caldeus.

Terá e Abraão se foram de Ur temendo as convulsões sociais
Terá e Abraão se foram de Ur temendo os amorritas e os novos conquistadores babilônios.
Terá e Abraão por pertencerem a uma linha político –teocrática, para resguardar seus bens e seus cânones religiosos que talvez não agradassem aos novos senhores, migraram de Ur.

Terá o pai de Abraão era especialista na construção de imagens que foram denominadas de terafins por causa de seu criador.

Dizer que Terá e Abraão se foram de Ur por abominarem as práticas religiosas e sociais dos caldeus não faz sentido por que a cultura hebraica como a católica e as que se dizem cristãs ou evangélicas são ricas em plágios da cultura Sumério–caldaica naturalmente levada para Canaã por Terá e Abraão.

E isso é muito bem demonstrado pelo calendário do judaísmo que é uma réplica do calendário Sumério:

calendario.

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O olho que dizem que tudo vê, olha o Mundo e não me enxerga pois no Ontem não era, no Hoje não é e no Amanhã nunca será. No entanto Eu olho o Mundo e o olho que dizem que tudo vê: Eu o vejo e o enxergo pois no Ontem Eu era, no Hoje Eu sou e no Amanhã sempre serei porquê na Eternidade das Eternidades, Sou Um de D*E*U*S*.

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**** Eu vim, vi e venci e nem “eles” me viram nem tu me viste.
**** Um abraço a todos, até o próximo artigo e Inté.
**** Independência ou Sorte. O Aedo do Sertão

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