Por JB da Silva

Em um mundo de loucuras e misérias, as boas noticias passam despercebidas mais os fatos estão acontecendo numa velocidade ainda incompreensível paras os seres humanos que descrentes, e às vezes não aceitando mudanças, principalmente aquelas que ferem no cerne, velhos e conservadores conceitos e discriminações e que somado a isso, ainda aferimos em se analizando o Brasil, os desvios de conduta das Elites em todos os níveis das Coisas Públicas como Privadas que não anteveem o incrível e glorioso futuro presente que já está a bater porta.

E esse futuro, ou os seus mentores, estão cobrando caro a incompetência ou descaso dos inaptos ou ineptos, principalmente aqueles que tinham ou tem nas mãos, o poder de decisão em qualquer ramo das atividades humanas nos quatro cantos deste Mundo.

E o que se passa com o Brasil?

No Brasil, os fatos não estão acontecendo de maneira diferente. Os escândalos se sucedem como se obedecessem a uma programação específica. Políticos, empresários, artistas, juízes e tantos outros apátridas, estão sendo levados ao desespero, pela descoberta e desmascaramento de suas falcatruas.

E não é sem tempo; parece que alguém quer ver este País limpo e arrumado. Mais os brasileiros não poderão esperar sentados por decisões vindas de níveis superiores de entendimentos. Aproveitando o momento e os fatos, terão que arrumar a casa às suas expensas e alicerçar a sua Cidadania, ainda frágil, débil e submetida a toda a sorte de ataques e achaques, para então, depois, no Concerto das Nações assumir o seu lugar na história.

Talvez não sejamos um povo eleito ou escolhido por Deus, mais o único com real competência e possibilidades para demonstrar a toda a humanidade qual a melhor rota ou o melhor caminho a seguir em direção a um futuro de realizações e de paz para todos, sem exclusões e sem retaliações.

O Brasil, esta Santa e Sertã Seara está pronto para esta tarefa, mais os brasileiros não estão prontos e o tempo urge. No exterior as nações não se entendem nem tampouco as pessoas. Todos esperam uma solução que venha ao encontro de todos os interesses, apaziguando os ânimos, mas, como essa solução não vem, cada vez mais se acirram as contendas e o estopim das guerras está seguro por mãos trêmulas e o alastramento do terrorismo é fato consumado. É o caos e esta Era, é a Era de Dores.

Mas, o que se passa com os brasileiros ?

Quanto a esta indagação, os fatos e a questão é esta: do Presidente da República ao mais humilde sertanejo, sofremos de um mal crônico; ainda no cortamos o cordão umbilical que nos liga ou nos atrela ao colonizador europeu. Ao escrever sobre este assunto me sinto mal; parece que negativas vibrações, talvez maquiavélicos espíritos, tentam tumultuar os meus raciocínios para que não possa exprimir meus questionamento a luz da Ética, da Razão, da Moral e da realidade dos fatos.

Bato na mesmas tecla: somos carentes de brasilidade e de amor próprio, ou melhor dizendo; de Cidadania. O que nos falta aqui, sobra no Primeiro Mundo, pois lá, em qualquer País se ama e respeita a Nação, o Idioma, o Hino Nacional, a Bandeira, as Tradições e até mesmo a Moeda circulante.

Aqui os fatos acontecem de forma diferente; não se respeita a Nação, apátridas alardeiam que o nosso Idioma é o português, ao se cantar o Hino Nacional, principalmente nas escolas, os muxoxos denunciam o tédio e o enfado, a Bandeira só é lembrada nos dias de eventos ou comemorações esportivas enquanto outras Bandeiras, notadamente a dos Estados Unidos é mostrada e demonstrada acintosamente em cartazes, chapéus, boinas, camisetas, bonés, capas de cadernos escolares, mochilas e outros apetrechos vários e até em acintosos programas de televisão; como peça de destaque do cenário de fundo em quadros de novelas e filmes.

Isto é uma técnica de sublimação do inconsciente coletivo e funciona assim: o espectador ao assistir a novela só está atento a cena, não ao cenário de fundo. Mais seu Eu que tudo vê, faz o registro de tudo e como o espectador não se pronuncia verbalmente nem mentalmente contra a peça em destaque e o cenário de fundo, o seu Eu obediente a sua mente e a sua passividade em questão, registra o cenário e a peça em destaque e tudo que relacione com eles como simpáticos e úteis ao espectador. Nesse caso são a bandeira americana e os Estados Unidos. O resto, fica por conta de vosso raciocínio e inteligência.

Talvez não exista filme americano que não tenha uma bandeira americana ou símbolos pátrios nos cenários de fundo. Nos filmes brasileiros só se vê o azul e o branco das águas do mar, do céu ou o verde e amarelo das árvores e flores, se porventura estiverem inseridos nas cenas.

Se por um lado somos respeitados no Primeiro Mundo, por um outro somos alvos de chacota e bem merecida. O respeito dado a esse ou essa brasileira que se destaca na sua área de ação, quer seja ela, cultural, artística, científica ou outras tantas, não é extensível a todos os brasileiros, e isto é muito bem sublinhado através do conteúdo e forma dos noticiários em jornais e revistas especializadas. A maioria de nosso povo, não sabe da existência do incrível número de brasileiros que fazem parte do reduzido e restrito grupo de pessoas que são expoentes de inteligência e realizações nesse Mundo.

Uns passeiam pelos jardins da Nasa, outros viajam pelo mundo desenvolvendo projetos sociais, um se torna mártir em País distante, em prol de uma possível paz entre facínoras e títeres. Uma se torna musa de um povo recém liberto e outros tantos e tantas, na área da agro pecuária e das Ciências exatas, levam o Brasil a trilhar caminhos nunca dantes pisados pelo ser humano.

Mais isso não é ensinado nas escolas nem tampouco ventilado com ênfase nos noticiários. No Primeiro Mundo é diferente. Lá, para alicerçar a nacionalidade, até seus mafiosos são glorificados.

A humanidade ululante e ignara necessita de heróis, para que possa alcançar um pretendido futuro glorioso; espelhando-se no exemplo daqueles que suplantando as limitações do ser humano, atingiram os seus objetivos. Mitos ou heróis, eles agem como o vaqueiro, açulando a boiada em direção ao seu destino, às vezes um lindo campo de pastagens verdejantes, ás vezes um soturno e tétrico matadouro. Para mudar este quadro, no Brasil, falta competência aos nossos governantes, e brasilidade aos que se julgam e alardeiam que são a fina flor de nossa educação e cultura.

Temos muitas virtudes: o brasileiro é afável, fraterno, solidário, alegre, não é rancoroso mais tem um defeito terrível; é egoísta em seus anseios ou objetivos. O tenho que levar vantagem em tudo, não importando a quem tenha de magoar ou prejudicar o torna um ser, desconfiado, apático, e às vezes cruel.

Essa faceta de sua personalidade é fruto da educação que o nosso povo teve desde os idos do Brasil Colônia, pois subjugados pelo mando estrangeiro fomos induzidos a sermos subservientes, medrosos, e dependentes das iniciativas do colonizador em qualquer atividade. Naquela época, a fiel observância dos desejos do colonizador, do patrão, do chefe ou do superior ou a denuncia de fatos ou pessoas que poderiam trair os interesses do colonizador, era uma garantia de melhores dias para o cidadão e consequentemente para sua família e isto foi um dos mais fortes, senão o maior dos motivos que nos tornou um povo sem rosto e sem Cidadania.

O culto a superioridade cultural e técnica dos estrangeiros aqui radicados, colonizadores ou não, era a canga no pescoço que os brasileiros ostentavam submissos, até que os eventos ou sucessos do Golpe de Estado de Sessenta e Quatro (1964-Século-XX) e a posterior ditadura, somadas a efervescência política dos anos setenta e oitenta, do Século XX, onde a militância cultural, sindicalista, estudantil e até empresarial desempenharam importante papel nas transformações políticas e sociais do País, reacendeu em muitos a vontade de acertar, o desejo de se ver ou ter um País forte e pujante, de se ter uma Sã Cidadania e de se ter um rosto eminentemente brasileiro. Mais este anseio apenas está plasmado no inconsciente coletivo, ainda não é uma prática baseada na lógica e na razão que determina as nossas ações e práticas do dia a dia.

Necessário se faz; se dar um novo rosto ao Brasil, necessário se faz, que o brasileiro lapide o seu caráter e que ele conheça e reconheça as mil cores e matizes de sua incrível personalidade. Muitos brasileiros e brasileiras, em diversas áreas da atividade humana, nos quatro cantos desta Nação imensa, praza aos Céus, já se aperceberam disso.

Mais como moldar um novo rosto pátrio? como se lapidar um caráter íntegro, como se valorizar e fortalecer as aptidões intelectuais e tecnológicas, como se resgatar a alma do âmbito das fobias e mazelas morais e cívicas e estruturar a cidadania plena da família, de nossos jovens, de nosso todo social e de nossa cultura que garante e respalda a Unidade Nacional?

A tarefa é árdua, mais simples de se executar. Basta se ter vontade política e empenho e o objetivo final será levado a bom termo. É no lar e na escola que podemos moldar um novo rosto pátrio e lapidar com esmero o nosso caráter, valorizar as nossas aptidões intelectuais, éticas, tecnológicas e científicas e resgatar as nossas almas das fobias morais e cívicas e assim, estruturar a cidadania de nossas famílias, de nossos jovens, de nosso todo social e de nossa cultura. A escola é a extensão do lar e a recíproca é verdadeira.

Ambas são as partições da incrível mandala ou moto-contínuo que nutre a humanidade de mentes e corações sadios e que infelizmente no Brasil estão fragmentados, e como a qualidade da coisa é a sua própria função, não está o lar nem a escola brasileira cumprindo o seu real papel perante a história, em pelo menos, a de nosso País.

O ser humano é aquilo que possui, aquilo que fala, aquilo que escreve, aquilo em que crê, aquilo que pratica e é aquilo que ama ou que venera. E como isso é uma regra geral, devemos amar e venerar o País que nos foi legado como herança e sorte, o Idioma que falamos, a cultura que temos, a nossa Cidadania e as nossas realizações. E só no lar e na escola que isto pode ser ensinado e estimulado.

Desde cedo, nossos jovens devem aprender a conhecer o Brasil em todos seus aspectos de cultura, sua história, seus heróis, sua geografia, seu folclore, suas riquezas, os valores cívicos de seus símbolos e saber das realizações dos que suplantando a adversidade dos obstáculos a si impostos, atingiram metas invejáveis em suas áreas de atividade, pois só amamos e respeitamos aquilo que conhecemos.

O meio conhecimento ou desconhecimento destes itens assim como o conhecimento deles deturpado tem gerado opiniões unilaterais e um preconceito negativo quanto a nossa terra, a nossa gente e a sua capacidade e poder de realização; afetando fortemente o raciocínio de nossa juventude que subjugada por chavões demagógicos, entorpecida por pregações falsas e alimentada por ideologias e modismos fúteis, produto e frutos de uma pretensiosa produção cultural do submundo social do Primeiro Mundo, passa a desconhecer o Brasil e a amesquinhá-lo, relegando-o a uma posição vil em relação a outros povos e nações, por não saberem eles, que a pluralidade étnica de nossa gente, unificada pelo Idioma que falamos nos permite afirmar que somos uma nova Raça Planetária.

E qualquer um que aqui nasça ou que aqui venha se radicar, deve está consciente de que independente de sua raça, credo ou cor está participando queira ou não de novos rumos, de uma Nova Ordem Social, um novo porvir e a sua Cidadania é a Brasileira e é seu dever dela velar e cuidar pois o Rosto Pátrio Brasileiro, é o somatório de muitos povos e culturas. E isto tem de ser ensinado no lar, na escola, no trabalho, na caserna e até aos nenês no seio ou na teta.

A ferramenta mais adequada para se executar a transformação que se faz necessária e embasar a atitude do dia a dia, é a nossa Língua falada e escrita, o Idioma Brasileiro Livre pois ele tem a capacidade de ativar todos os instrumentos necessários que propiciam a unificação de nosso povo ou raça e modificar esta situação que aflige a muitas mentes e corações por esse Brasil afora.

Mais é necessário também que somado a um esforço educacional e cultural o governo assuma as suas responsabilidades no âmbito das outras questões, principalmente quanto a política econômica, fiscal e a reforma agrária e urbana , ponto crucial e delicado de nossa afirmação de Cidadania e de toda a nossa Brasilidade.

A Ciência Oaieme e seus Métodos fornecem todos os recursos necessários que podem embasar a educação no lar assim como de uma maneira prática e eficiente a instrução, desde os Níveis Fundamentais de Ensino, as Universidades e aos avançados Centros de Pesquisa.

Desde os idos do Século XIX que o questionamento a existência ou não de uma possível Língua Pátria, levou os doutos de nossa cultura a travarem acirradas discussões, e em muitos casos as ofensas de parte a parte não foram poucas. De um lado estavam aqueles que alegavam que tudo e muito devíamos a colonização portuguesa. Por um outro lado estavam aqueles que alegavam que os portugueses formaram a partir de outros idiomas o seu idioma pátrio e em sendo assim, nós, os brasileiros poderíamos também alegar que tínhamos um Idioma Pátrio que exprime com propriedade a nossa forma de sentir, de pensar e de agir, naturalmente muito diferente do sentir e pensar português.

Eles, os apátridas culturais e sudras do colonizador, em maior número até o momento presente, emitiram e continuam a emitir pronunciamentos desairosos sobre a nossa pretensão de termos um Idioma próprio. Muitos deles, são mestres e educadores em nossas universidades, escolas e instituições.

Devo lembrar a eles; principalmente aos que lecionam ou ocupam cargos nas instituições federais, estaduais e municipais, que seus contra cheques são emitidos pelo Estado Brasileiro e na boca da caixa não recebem dólares, libras, peso ou escudos. Recebem os seus salários em Reais, a moeda corrente do País.

Nota-se nos dias atuais, uma espécie de culto doentio as culturas do Primeiro Mundo, através das novelas, reportagens, livros e outras publicações. A apologia aos valores culturais de além mar, notadamente aos que são oriundos dos colonizadores e imigrantes é sistemática. Em momento algum, porém, esses veículos formadores de opinião, tecem uma análise séria sobre os danos e mazelas com os quais os colonizadores e imigrantes nos contaminaram a mente e o coração.

Se existe algum trabalho específico a respeito do assunto, não é de meu conhecimento. A bem da verdade, não foi do Índio e do Negro que herdamos, a prostituição, o crime, a pornografia, a mutreta comercial, devassos vícios, o peculato, o truste, os juros de usura e outras mazelas dos aspectos negativos da cultura do Primeiro Mundo. Em contra partida, me parece que aos poucos, de colonizados estamos nos tornando colonizadores, pois cada vez mais a nossa cultura está sendo solicitada nos seculares centros de estudo e cultura do Primeiro Mundo. Mas nossos jovens estudantes, em sua maioria e o povo em geral de nada sabem e não estão ao par desses fatos. A informação talvez não lhes seja dada ou lhes é negada.

Nada devemos ao colonizador português nem tampouco aos imigrantes. Se eles de além mar trouxeram sua cultura e saber, cultura e saber peneirados e sugados de outros povos, ao mesmo tempo nos legaram a banda podre de seus costumes néscios. Ninguém veio nos dar nada, ao contrário , vieram buscar e vieram tomar. O colonizador veio com suas garras e bico adunco de ave de rapina, abocanhar o que não guardou em nosso solo e dizimou a muitos de nossa ancestralidade Índia e Negra a foice e a facão e os insurretos se por acaso havia, eram atirados e entulhados em soturnas masmorras.

Os imigrantes, vieram em busca de refúgio, paz e solo, fugindo da miséria e de continentes conturbados por constantes guerras e desavenças étnicas. Pois na Europa e Ásia, desde os idos de Cristo até a data de hoje, não houve um dia de sossego ou paz.

Ressalve-se aqui, o colonizador ou estrangeiro que em labor sincero e em viver digno, elegeram o Brasil como segunda Pátria e Mãe. Não se está pregando aqui retaliações tardias, pois não somos um povo vingativo. Nosso solo é muito rico, nosso País é imenso, há lugar para todos. Só que nos é de direito não esquecer o passado. Quem bate não se lembra mais quem apanha nunca esquece. Da minha ancestralidade Indígena sinto a dor da carne a se abrir a golpes de facão ou foice, o estalar das costelas a se abrirem; esburacadas pelo chumbo e pela pólvora assim como dos ardores nos olhos de onde despencaram em cascatas, lágrimas dos meus Genearcas Negros subjugados ao tronco.

O Brasil é um País para todos mais não é de todos, porquê simplesmente é nosso.

Existem dois tipos de brasileiros: o que descende de Índios, Negros e do estrangeiro de origem humilde e o que descende em linha reta da alta estirpe ou classes sociais de maior peso político, cultural, econômico e religioso do exterior. A miscigenação entre estas duas correntes ocorre, mais de uma forma muito reduzida.

Os primeiros formam a grande maioria da Nação Brasileira composta da classe média alta e baixa, do proletariado, dos trabalhadores rurais e dos excluídos. Os segundos, formam a nossa Elite e do seu cerne saem presidentes, senadores, deputados, generais, intelectuais, empresários e artistas e outros expoentes do conhecimento humano embora dos primeiros tenham saído homens e mulheres que alcançaram as mais altas posições em seu campo de atividade.

Deste quadro se entende que; a maioria das posições de mando, em nosso País ainda estão quer queiram ou não nas mãos dos estrangeiros e sua descendência e a maioria dos brasileiros não passam de empregados ou subordinados. Esta situação tem de ser modificada através de uma atitude objetiva de cada brasileiro. Os brasileiros com posição de mando ainda são um número muito reduzido, considerando a grandeza da Nação.

É duro se dizer: ainda somos párias e mendigos no próprio solo que nos pertence.

Somente através da educação, no lar e na escola, preparando e estimulando os nossos futuros substitutos em qualquer área de atividade é que poderemos reverter este quadro de submissão e constrangimento que faz definhar a Cidadania, transformando nosso povo numa multidão de robôs porque as Elites daqui pensam exatamente como as Elites de lá e olham a maioria global da Nação como sub raça ou jecas-tatus. Isto está explicitado nos acontecimentos do cotidiano, onde o racismo, o desamor a Pátria e o desrespeito as instituições são evidenciados pelo comportamento mesquinho de políticos, empresários e pessoas de posição no contexto de nossa sociedade global.

Não é sem tempo lembrar que aliada as ações sérias na área da educação e reformas sociais, o brasileiro deve estar alerta quanto a desagregação da família provocada pelas ações econômicas da Globalização, instrumento e arma do Poder Negro cuja meta principal é reter nas mãos todo o poder de decisão do planeta e instituir a Nova Ordem Mundial. A mensagem que este terrível poder emite insistentemente a seus países representantes é esta: – Dividir para dominar…Corromper para submeter… O noticiário do dia a dia não tem como desmentir essa afirmação ou a explicação seguinte:

Uma Nação é o somatório de um certo número de indivíduos, e estes se agrupam em famílias. Em princípio, a família é constituída de dois elementos; o homem e a mulher e se eles não tem o devido acesso a educação. a saúde, ao trabalho e de seu lar não são proprietários, constituirão apenas mais uma família de carentes como é o caso da maioria das famílias brasileiras, que na prática mais cedo ou mais tarde se desintegram sobrecarregando o Estado que os tem de socorrer na doença e na carência sem colocarmos na pauta desse questionamento, aqueles que se bandeiam para o crime.

Nos dias atuais, se torna cada vez mais difícil manter a unidade da família e alguns exóticos desmunhecados chegam a questionar a instituição família como pilar da sociedade. Em menor ou maior grau, família e indivíduos, são todos consumidores. Há de se comer e há de se vestir, e isto custa dinheiro. Quem tem compra, quem não tem passa privações. Quem tem manda, quem não tem obedece. O que se quer demonstrar aqui, que independente da situação da Nação, de seu povo, das famílias e de cada cidadão, pelo menos no momento presente, no Brasil, o maior poder de mando está nas mãos da Iniciativa Privada que em sua maioria é constituída de estrangeiros e sua descendência, que rezam e estudam na cartilha da Globalização.

Daí se deduz que não deixamos de ser colonizados; ela, a colonização, nos ocorre e é imposta de uma maneira sutil e requintada impossibilitando o homem comum sem estudo e sem cultura de perceber os fatos e o torpes ações que esmagam e obscurecem a nossa Cidadania. Muitos são os traidores da Pátria e milhares são as vítimas. Por isso que um esforço para se fortalecer a nossa Identidade Pátria tem de ser desenvolvida no lar, na escola, na universidade, na caserna e até no meio de qualquer praça.

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Uma raça, cujo espírito não defende o seu solo e o seu idioma, entrega a alma ao ruy-estrangeiro, (antes de ser por ele absorvida (Rui Barbosa)

 

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olavobil-

Assim, a língua faz parte da terra. Se queremos defender a nacionalidade, defendendo o solo, urgente que defendamos também, e antes de tudo, a língua, que se integra no solo e já é base da nacionalidade ( Olavo Bilac )

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eça-

Um homem só deve falar, com impecável segurança e pureza, a língua de sua terra; todas as outras deve falar mal, orgulhosamente mal, com aquele acento chato e falso que denuncia logo o estrangeiro. Na língua verdadeiramente reside a nacionalidade. O cosmopolitismo do verbo lhe dá irremediavelmente o cosmopolitismo do caráter. Por isso o poliglota nunca é patriota. ( Eça de Queiroz )

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conde-

Right or wrong, my country !  (Conde de Afonso Celso)


Essas eminências de nossa erudição e cultura que com seu labor e obras serviram de exemplo para outros tantos letrados e eruditos desta Nação, jamais sairiam em defesa de uma causa imprópria. Assim como eles, poucos são os que defendem o Idioma Brasileiro como a nossa Língua Pátria, o maior embasamento de nossa Cidadania.

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Aos estrangeiros que aqui estão e aos que aqui chegarem:
Ao se adentrarem à sala, se anunciem. Se a ceia já está posta à mesa, somos nós que sentamos a cabeceira, partimos o pão, distribuímos a sopa, medimos a água e o vinho e se o momento é de oração aos Céus em Ação de Graças pelo dia e pelo alimento e se; lugares na mesa não mais houver, orem de pé e esperem! ( J B da Silva )

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Saiba +


**** O olho que dizem que tudo vê, olha o Mundo e não me enxerga pois no Ontem não era, no Hoje não é e no Amanhã nunca será. No entanto Eu olho o Mundo e o olho que dizem que tudo vê: Eu o vejo e o enxergo pois no Ontem Eu era, no Hoje Eu sou e no Amanhã sempre serei porquê na Eternidade das Eternidades, Sou Um de D*E*U*S*.

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**** Eu vim, vi e venci e nem “eles” me viram nem tu me viste.
**** Um abraço a todos, até o próximo artigo e Inté.
**** Independência ou Sorte. O Aedo do Sertão

**** Fim.