Por JB da Silva

Abraão não abjurou a sua cidadania de caldeu a partir do momento que fez questão de que o genes da raça mesopotâmica fosse base de sua descendência a partir de seu filho Isaac.

Isaac também não abjurou seus ancestrais mesopotâmicos a partir de seu filho Jacó.

Terá e Abraão se fixaram com sua rica clã em Harã que era uma cópia fiel dos aspectos sociais e religiosos de Ur.

Apesar de serem monoteístas os judeus utilizam o calendário da cultura politeísta suméria, jogos de sorteio, o Tarô e o nome de seu dinheiro.

Quem joga, duvida da sorte que lhe coube por determinação divina.

Os sumérios, os ancestrais maiores do povo judeu, através de Abraão, dos caldeus e dos acádios, acreditavam em deuses vindo de um estranho planeta que de tempos em tempos se adentrava no nosso sistema solar. e segundo o rico histórico dos sumérios, tais deuses estabeleceram colônias de exploração em várias regiões do planeta. Um deles, Enlil, comandava os Nefilim e os Anunnaki outros deuses e foi o responsável pela primeira expedição a Terra. Milênios antes do dilúvio por necessidade, elaboraram um ser humano padrão do qual se originou uma humanidade de trabalhadores através de complicados processos de inseminação e clonagens. Esta humanidade, cópia fiel dos próprios deuses se multiplicou rapidamente e como as mulheres eram saudáveis e belas veio ensejar o relacionamento amoroso e sexual entre deuses e seres humanos.

Preocupado com o progresso mental e com a degeneração crescente dos deuses mais jovens e dos próprios deuses, Enlil sugeriu aos deuses maiores a extinção da humanidade através de doenças, pragas e fome. No entanto o dilúvio nesse ínterim já era iminente e uma nova decisão foi tomada; os povos não seriam alertados sobre o dilúvio. o dilúvio se encarregaria de exterminá–los. Porém o deus Enki adversário de Enlil na hierarquia divina, em segredo, orientou Utnapishtim na construção de um sulili ( submarino) com o qual salvou seres humanos e animais.

Segundo os sumérios, durante o dilúvio, Deuses, os Nefilim e os Anunnaki tiveram que ficar em suas naves interplanetárias flutuando no espaço até que as águas baixassem e pudessem aterrizar em terra firme. Findo o dilúvio, sem poderem voltar ao seu planeta de origem mais verificando que homens e animais não pereceram totalmente, resolveram edificar uma nova civilização por questões de sobrevivência própria e é neste momento que efetivamente os sumérios entram em cena.

Amenizadas em parte, as questões causadas pelo dilúvio, os deuses resolveram discutir o seu futuro e o da humanidade no planeta e após amplas discussões através de conselhos resolveram criar quatro regiões específicas isto é «três processos civilizatórios; a Mesopotâmia, o Vale do Nilo e o Vale do Indo» e a «quarta região» destinada exclusivamente para os próprios onde ser humano nenhum teria acesso permitido.

Estava assim fundado o Pode Negro, a Nova Ordem Mundial a nível espiritual ou mágico e material no planeta. Mas, os deuses receando o já previsível progresso mental dos seres humanos, resolveram estabelecer uma realeza divina no planeta e cada região ficou subjugada a um deus mais como notaram que o crescimento da população era superior as expectativas, elegeram governantes de confiança no seio da própria população de humanos. Está muito claro que tais deuses ( ou astronautas?) que usufruíam também dos gozos materiais, estenderam e mesclaram as elites governamentais, religiosas e a elite social, com sua descendência através de suas consortes e amantes humanas, seus filhos, netos e bisnetos.

Assim nasceram as famílias reais como as elites sociais composta daqueles que privavam do contato direto com os primevos deuses e seus descendentes. E é certo que os eleitos, nas suas respectivas atividades receberam a devida instrução em sigilo nas sociedades herméticas e nos templos. Estava assim fundado um sistema administrativo material no planeta para que os deuses nem eles perdessem o poder de mando sobre a humanidade no futuro. As seitas herméticas em suas lojas e as religiões nos seus templos eram e são os olhos e os ouvidos deste satânico poder de duas cabeças.

A cabeça espiritual ou mágica era e é composta pelos credos religiosos, as filosofias e as ideologias políticas e econômicas.

A cabeça material era e é composta pelos sistemas administrativos públicos, militares, comerciais, financeiros, industriais e agro pecuários.

O corpo é isto tudo harmonizado que nos dias atuais podemos denomina–lo sem medo de errar; a Globalização ou o G13 que manda no G8, orienta o G 20 e a tudo determina e ordena. Esse grupo é a Nova Ordem Mundial.

Os Deuses, os Nefilim, os Anunnaki, seus descendente e eleitos, sempre lutaram entre si por questões hierárquicas e por poderes. Esta situação só veio a beneficiar a Assembléia dos Deuses maiores que ficaram na cômoda posição de mediadores. Até nos processos civilizatórios o mesmo se sucedeu. Dividir para imperar! corromper para submeter ! Esta era é é a palavra de ordem desde os idos da Suméria e até os dias de hoje, devido a essa postura, a humanidade não conheceu um dia de paz isto é, o povaréu pois em qualquer lugar do mundo, durante as crises, as elites estão sempre a salvo.

Está mais do que provado que entre o dilúvio a cerca de mais ou menos 12,000 anos e o ano 1 de nossa  Era, a humanidade passou por três ciclos distintos;

No primeiro ciclo que podemos situar entre 12.000 A.C. a 4.500A.C, a humanidade foi preparada nas atividades básicas como domesticação de animais e plantas, aprendizado da metalurgia, confecção de ferramentas de cobre, fundição de bronze, assentamentos em povoados e confecção de cerâmica e organização da agricultura.

No segundo ciclo que situamos entre 4.500 A.C. e 3.000 A.C eclode os três processos civilizatórios. O sumério se concretiza primeiro e 1.500 anos depois, quase que simultaneamente o do Vale do Indo e o do Vale do Nilo.

No terceiro ciclo que vai de 3.000 A.C. a 600 A.C. vários processos civilizatórios que podemos considerar como «satélites» eclodem sucessivamente como se obedecessem a uma programação específica. Etna reina em Kish, Gilgamesh reina em Erech, Civilização minóica em Creta, Sargão funda a Acádia, Urnammu reina em Ur, Gudea governa em Lagash, Os hurritas chegam ao Oriente Médio, civilizações no Vale do Indo, inicio da civilização chinesa, Hamurabi funda Babilônia, ascensão de Babilônia e Assíria, Abraão funda a nação hebraica, ascensão do império hitita, os arianos emigram para a Índia, inicio da cultura micênica, fundação do império japonês, inicio das civilizações tolteca, maia, asteca e inca.

Uma coisa que dá o que pensar é que nas vastas extensões do Brasil não existem vestígios de tais processos civilizatórios. seria o Brasil uma terra proibida para os deuses sumérios?

Analisando os três processos civilizatórios, temos a impressão que específicas tarefas foram determinadas através delas para as nascentes «civilizações satélites» ; para além do Vale do Indo surgiram reinos e impérios que vieram professar credos do conformismo, da submissão e da irrealidade material. em torno da Mesopotâmia e do vale do Nilo, se desenvolveram os estudos cabalísticos, econômicos, sócio políticos, embasamentos filosófico–científicos, comerciais, magia e credos religiosos. ciências metafísicas, física, estudos da mente, do corpo e os rudimentos de medicina.

Todo este conhecimento e saber foram sempre resguardados nas escolas de mistério e nos templos e a eles não tinha acesso o vulgo. Mas, a emergente civilização grega repleta de sábios e pesquisadores de qualquer conhecimento a ser demonstrado, veio a dar um novo sentido ao saber, isto é o vulgo passou a ter conhecimento da existência das ciências exatas, das artes, da literatura e da cultura em geral. O saber passível de usufruto do povaréu saiu do interior dos templos e palácios e veio para o meio da praça, mais seus embasamentos secretos, ou sua essência, continuaram guardados a sete chaves dentro dos tabernáculos e sanctum santorum dos templos e palácios. A culminância da civilização grega se dá, quando instituem a República respaldada por uma nova doutrina política, a Democracia onde nas suas entranhas, graças as suas dúbias leis, a Deusa Corrupção sobrevive e atua até hoje desde os dias de Platão.

Vemos então que todo o saber sumério foi levado para a Europa paulatinamente, principalmente através da Grécia e com eles seus guardiães; a descendência genética e religiosa dos Deuses sumérios que vieram constituir muito provavelmente as elites e casas imperiais europeias, asiáticas e até africanas. Todos elas se dizem descendentes de Deuses e de suas proles e delas saíram os membros que compõem o Poder Negro a nível material, intelectual, religioso e econômico no planeta.

As civilizações satélites na América Central e do Sul; a tolteca a maia, a asteca e a inca não tiveram um deslanche e não sobreviveram a ganância e a ferocidade do colonizador europeu e talvez abandonadas pelos Deuses, se extinguiram. A semelhança dessas civilizações com a suméria é impressionante. Quanto a quarta região ou processo civilizatório, onde poderíamos situá–lo hoje em dia? Nos píncaros do Himalaia? no Ártico? No Antártico? Na Amazônia? Na Terra Ôca?

Nesse ponto , chegamos a conclusão que « duas civilizações satélites» foram com toda a certeza os veículos principais da formação cultural da maior parte da civilização atual, a grega e a judaica. A grega disseminando os conhecimentos profanos e a judaica disseminando o saber da Cabala, das Escrituras Sagradas consolidando a fé num Deus único, mais ao mesmo tempo resguardando a parte esotérica dos conhecimentos. Tudo isto é claro em função de uma cultura única, um governo único, em fim; uma Pátria Universal a nível do planeta Terra.

A ideia de uma pátria universal não a concebeu os sábios da nação hebraica, mais sim os vetustos deuses sumérios. Ela poderá até vir a acontecer mais não como os deuses sumérios ou os judeus pretendem mesmo que a Globalização atual use todos os seus poderes para isso.

Não há por parte da Nação Hebraica um consenso a respeito deste objetivo futuro a Pátria Universal, pois suas maiores correntes de pensamento, ulcerações crônicas na sua cultura, jamais chegarão a um denominador comum respeito de tal objetivo.

Os Conservadores aceitam um desenvolvimento do seu povo que pode até admitir influências outras, sem perder suas características. Não admitindo porém mudanças profundas nas suas liturgias e crenças, mais permitindo a adaptação de hábitos conforma a necessidade do fiel.

Os Reformistas defendem a introdução de novos conceitos e ideias na prática judaica, visando adaptá–las ao momento presente de seu povo. Para este movimento qualquer preceito que vise separar o judeu de seu próximo, independente de raça ou credo é desprezível e obsoleto.

Os Ortodoxos, a mais poderosa das vertentes não admite mudanças na observação ao pé da letra dos costumes, ideais e rituais em sua forma mais tradicional segundo as regras pré estabelecidas pela Lei escrita e pela forma oral.

Assim como as correntes de pensamento no seio do judaísmo não têm a mesma visão do assunto, também o resto da humanidade não o terá. E como os Deuses sumérios não tem nem dominam a tecnologia de manipular com o Divino Eu de cada terráqueo, a Pátria Universal pretendida por eles, nunca será exequível ainda mais que: a Humanidade agora sabe quem são seus algozes, como eles se posicionam e posicionam as peças no complicado jogo do domínio de mentes e corações e dos interesses materiais.

O Poder Negro, a Nova Ordem Mundial, esse polvo de inúmeros tentáculos começa a enfraquecer, o cetro lhe cai e seu poder definha. Sua raça eleita e elite no planeta, a elite anglo americana, a judaica, e etnias afins são nada mais nada menos do que a descendência genética da elite suméria ancestre que obedecendo a um plano ousado de um reino único, se estabeleceu paulatinamente no seio das elites em reinos e nações.

Chegamos a um ponto deste capítulo onde, no Palco deste Mundo conheceremos os autores, atores e seus respectivos papéis.

Os autores e atores a nível espiritual são os Deuses sumérios . Os Deuses de outras religiões são nada menos do que os primeiros com outras roupagens e nomes.

Os atores humanos são a descendência humana de tais deuses, seus acólitos e a humanidade total.

A peça a ser encenada é « O paraíso dos servidos e servidores» E o conteúdo da peça é este:

Deuses vindo de um outro planeta resolvem instituir um reino na Terra e a partir dos seres humanos existentes no planeta criaram uma nova linhagem de seres humanos. Porém a experiência foi frustrante para os Deuses pois os humanos demonstraram uma inteligência progressiva e até queriam se igualar aos Deuses.

Os Deuses então resolveram exterminá–los, mais veio o dilúvio e eles resolveram deixar por conta do dilúvio o extermínio.

Terminado o dilúvio, resolveram instituir um Reino na Terra a partir dos próprios Deuses, de sua prole e de humanos escolhidos para governar. Não permitindo assim que os humanos extrapolassem da sua condição de servidores fiéis. E para isso criaram um monstro terrível para intimidar, assustar e punir os porventura rebeldes.

E o ultimo ato da peça termina em meio a um fantástico entrudo, onde a humanidade de joelhos dão vivas aos funestos Deuses e ao terrível monstro.

Essa peça está sendo ensaiada a muitos idos e o Monstro está ensaiando a muitos séculos. Só que o Dono do Teatro não gostou do roteiro e mandou um Ser de sua confiança para fazer o papel de defensor dos oprimidos. Os autores, atores e o Monstro não gostaram da ideia e a humanidade dividida, não tinha convicção do que queria e ali mesmo no meio do palco trucidaram o Enviado através de um ritual satânico e cruento.

A peça continua a ser ensaiada em meio a contendas e desavenças açuladas pelos autores e atores de acordo com seus interesses e a humanidade em sua maioria, ignotos seres. O Monstro com seus tentáculos venenosos; a Elite, o Poder Econômico, o poder Político, o Poder Militar, o Poder Religioso e o Esotérico, cada vez mais intimida, afronta e castiga os atores humanos sem dó nem piedade e nas escaramuças são empregados toda a sorte de materiais encontrados no palco e no Teatro que já está desfigurado devido as depredações.

Ninguém sabe onde o Dono do Teatro vive ou que providências irá tomar para acabar com a bandalheira no seu Teatro. Mais de uma coisa podemos ter certeza; pêlos cômputos dos anais bíblicos, o primeiro homem nasceu a 5777 anos. Pêlos cômputos sumérios, Seus Deuses chegaram a Terra a 450.000 anos. Mais só que existe uma outra informação muito importante; a existência do Homo sapiens remonta a uns 300.000 anos e isto está mais do que comprovado cientificamente. Se os Deuses sumérios e o Deus de Adão encontraram este planeta ornado com uma rica fauna e flora e seres humanos deambulando pelas planícies e montes, um outro Deus, muito mais poderoso do que eles instituiu tudo isto nesta Esfera Âmbito Gravitacional e agora através da Ciência Oaieme manda seu recado ou desafio ao Poderes Negros e Satânicos que regem este Mundo.

Não existe ciência ou método neste planeta que possa comprovar a existência de Deus ou de Deuses outros. Mais, a Ciência Oaieme tem essa possibilidade e isto o amigo leitor poderá comprovar por si mesmo através de seus Métodos e Cálculos.

Saiba +
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**** O olho que dizem que tudo vê, olha o Mundo e não me enxerga pois no Ontem não era, no Hoje não é e no Amanhã nunca será. No entanto Eu olho o Mundo e o olho que dizem que tudo vê: Eu o vejo e o enxergo pois no Ontem Eu era, no Hoje Eu sou e no Amanhã sempre serei porquê na Eternidade das Eternidades, Sou Um de D*E*U*S*.
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**** Eu vim, vi e venci e nem “eles” me viram nem tu me viste.
**** Um abraço a todos, até o próximo artigo e Inté.
**** Independência ou Sorte. O Aedo do Sertão

**** Fim.